Moçambique: Conselho de Defesa e Segurança quer erradicar o terrorismo | Moçambique | DW | 11.05.2022

Conheça a nova DW

Dê uma vista de olhos exclusiva à versão beta da nova página da DW. Com a sua opinião pode ajudar-nos a melhorar ainda mais a oferta da DW.

  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Moçambique

Moçambique: Conselho de Defesa e Segurança quer erradicar o terrorismo

O CNDS orientou as forças moçambicanas a intensificarem as operações para erradicar todas as ameaças terroristas na província de Cabo Delgado, no norte do país.

"O CNDS encorajou as Forças de Defesa e Segurança a intensificarem as ações combativas, visando erradicar todas a ameaças terroristas, fator preponderante para o desenvolvimento das zonas afetadas e do país em geral", refere uma nota da Presidência da República, emitida após a 9.ª reunião ordinária do órgão em Maputo.

Segundo a nota, o Conselho Nacional de Defesa e Segurança reconhece os "esforços" que estão a ser desenvolvidos no terreno pelas forças moçambicanas, que conta também com a ajuda de países-membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e do Ruanda.

"O órgão saudou os esforços das Forças de Defesa e Segurança e de seus parceiros internacionais pela consolidação da segurança nos distritos afetados pelas ações terroristas na província de Cabo Delgado, facto que tem contribuído para o retorno progressivo das populações às zonas de origem", acrescenta-se no comunicado.

Reconstruir serviços básicos

Por outro lado, o CNDS pede que as autoridades acelerem as atividades para a restituição dos serviços básicos em pontos conquistados, condição para um regresso "condigno" das populações que fugiram dos distritos afetados pelo conflito.

A província de Cabo Delgado é rica em gás natural, mas aterrorizada desde 2017 por rebeldes armados, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

Há 784 mil deslocados internos devido ao conflito, de acordo com a Organização Internacional das Migrações (OIM), e cerca de 4.000 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED.

Assistir ao vídeo 01:29

Cabo Delgado: Mulheres deslocadas vivem entre desafios e conquistas

Leia mais