África volta a exigir voz plena na ONU. Na Assembleia Geral em Nova Iorque, líderes como William Ruto pedem dois assentos permanentes com direito de veto no Conselho de Segurança. A proposta, baseada no Ezulwini Consensus, junta-se à pressão do Sul Global e do secretário-geral por uma reforma que torne a ONU mais justa, eficaz e representativa.