Burkina Faso pede respostas apropriadas para o jihadismo | NOTÍCIAS | DW | 11.09.2019
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Burkina Faso pede respostas apropriadas para o jihadismo

O Governo do Burkina Faso está preocupado com o aumento de ataques terroristas no país. Desde o domingo (08.09.), mais de 30 pessoas, civis e militares, morreram em consequência de ataques terroristas no norte.

Um hotel alvo de ataque bombista na capital Ouagadougou em 2016

Um hotel alvo de ataque bombista na capital Ouagadougou em 2016

Desde 2015, a empobrecida região do Sahel, no norte do Burkina Faso -- que partilha fronteira com o Mali e o Níger -- luta contra uma onda crescente de ataques 'jihadistas' que, nos últimos tempos, se estendeu também ao leste, próximo da fronteira com Togo e Benim. 

A deterioração da segurança levou as autoridades de Ouagadougou a declarar o estado de emergência em dezembro de 2018 em várias províncias do norte limítrofes com o Mali. 

A maioria dos ataques são atribuídos ao grupo local Ansarul Islam, fundado em dezembro de 2016, e ao Grupo de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos, leal à Al-Qaida no Magrebe Islâmico. 

Proliferação de ataques djihadistas é preocupante

Ouvir o áudio 02:49

Burkina Faso pede respostas apropriadas para o jihadismo

Diante de novos ataques no Burkina Faso e noutros países do Sahel, uma cimeira extraordinária da CEDEAO, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, está marcada para o sábado (14.09.), em Ouagadougou.

Antes desta reunião, o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação do Burkina Faso - Alpha Barry - reconhece que a proliferação de ataques djihadistas é preocupante.

"O risco existe de facto, também no nosso país, como acontece aliás nos outros países da região do Sahel. Trata-se de uma ameaça real, com o qual temos que conviver. Temos que fazer tudo para que o terrorismo não se espalhe dentro do nosso país, mas também para outras regiões do continente africano", afirmou Barry.

O chefe da diplomacia também explica as respostas apropriadas que devem ser dadas pelos estados envolvidos pelo perigo jihadista.

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