Senado aprova afastamento de Dilma | Notícias e análises sobre os fatos mais relevantes do Brasil | DW | 11.05.2016
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Brasil

Senado aprova afastamento de Dilma

Em dia histórico, senadores dão aval à continuidade do processo de impeachment da presidente, com 55 votos favoráveis e 22 contrários. Dilma fica afastada por 180 dias, e Temer assume a presidência interinamente.

Após mais de 20 horas de sessão, o Senado aprovou na manhã desta quinta-feira (12/05) a continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A decisão votada por clara maioria – 55 votos a favor do impedimento e 22 contra – implica o afastamento de Dilma da presidência por um período de até 180 dias, enquanto será julgada.

O vice-presidente da República, Michel Temer, que passa a ser presidente interino, afirmou antes da decisão do Senado que praticamente toda sua equipe ministerial estava formada, e que esta deve tomar posse ainda nesta quinta-feira.

Dilma, por sua vez, disse que se o Senado acatasse a admissibilidade do impeachment, sua equipe ministerial seria exonerada logo após a votação.

Na longa sessão, que teve início às 10h de quarta-feira, 71 senadores inscritos previamente proferiram acalorados discursos, justificando sua posição sobre o processo de impeachment. Cada um teve até 15 minutos para se pronunciar.

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Imagens do anúncio da decisão do Senado

Após a fala dos oradores, já na manhã desta quinta-feira, o presidente do Senado, Renan Calheiros, concedeu o microfone ao senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), relator do processo na Casa, e, por último, ao advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa de Dilma.

Por fim, realizou-se a votação por meio de painel eletrônico. Estavam presentes no plenário 78 senadores – Eduardo Braga (PMDB-AM) e Jader Barbalho (PMDB-PA) não compareceram –, e Renan Calheiros não votou.

O processo no Senado segue agora para a fase de julgamento, conduzido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. Ele será responsável por ler o processo, ouvir testemunhas e elaborar um relatório da denúncia, contendo provas tanto da defesa quanto da acusação.

Finalmente, será realizada uma nova votação no Senado. É necessário o apoio de dois terços dos parlamentares (54 senadores) para que o impeachment seja instaurado. Não havendo essa maioria, Dilma será absolvida e retomará o cargo.

Transmissão encerrada. Todas as atualizações estão no horário de Brasília.

06h39 – Renan declara a sessão encerrada, após explicar que as prerrogativas de Dilma Rousseff estarão na notificação que a presidente receberá.

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06h34 – "Está encerrada a votação. 'Sim': 55. 'Não': 22. A abertura do processo está aprovada", revela o presidente do Senado. Havia 78 senadores presentes no Senado. Renan Calheiros não votou.

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06h32 – "Senadores e senadoras já podem votar", decreta Renan.

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06h31 – O presidente do Senado, Renan Calheiros, faz um discurso final antes da votação. Ele diz que "cada qual terá que responder perante a história por seus erros e acertos" e pede para que o painel seja preparado para o voto dos senadores.

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06h20 – Confira o placar do impeachment, segundo os deputados que se manifestaram:

51 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Acir Gurgacz (PDT-RO), Eduardo Amorim (PSC-SE), Aécio Neves (PSDB-MG), Wilder Morais (PP-GO), Álvaro Dias (PV-PR), Waldemir Moka (PMDB-MS), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Lasier Martins (PDT-RS), Senador Reguffe (sem partido-DF), Hélio José (PMDB-DF), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Valdir Raupp (PMDB-RO), Paulo Bauer (PSDB-SC), Gladson Cameli (PP-AC), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Omar Aziz (PSD-AM), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Wellington Fagundes (PR-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Roberto Rocha (PSB-MA), Blairo Maggi (PR-MT), Dalírio Beber (PSDB-SC), José Serra (PSDB-SP), Davi Alcolumbre (DEM-AM), Ciro Nogueira (PP-PI), Ivo Cassol (PP-RO), Benedito de Lira (PP-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), Raimundo Lira (PMDB-PB) e Antonio Anastasia (PMDB-MG).

20 senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) Fátima Bezerra (PT-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Roberto Requião (PMDB-PR),Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI), Armando Monteiro (PTB-PE), João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Otto Alencar (PSD-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Rocha (PT-PA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), Paulo Paim (PT-RS), Donizeti Nogueira (PT-TO), José Pimentel (PT-Ceará), Walter Pinheiro (sem partido-BA) e Humberto Costa (PT-PE).

Um indefinido: Fernando Collor (PTC-AL).

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06h15 – Um plenário quase cheio assiste em silêncio ao discurso exaltado de Cardozo. O advogado acusa o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de ter aceito o pedido de impeachment contra Dilma por "chantagem". "O Brasil sabe disso. O mundo sabe disso". Para concluir, ele afirma que se está "condenando uma mulher honesta e inocente" e se "cometendo uma injustiça histórica". "No futuro, pretendo dizer: fiz o que pude a favor da democracia."

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06h10 – "Onde está a má-fé da presidente da República?", questiona o advogado-geral da União, reiterando que não houve crime de responsabilidade por parte de Dilma, e que todos os governos anteriores praticaram pedaladas fiscais. "Muda-se a lei, e pune-se o passado. Punição retroativa não acontecia desde a Idade Média. Querem construir uma fantasia retórica para afastar uma presidente legitimamente eleita", declara Cardozo.

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06h04 – O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, tem agora a palavra. "Faço a manifestação final da defesa nessa etapa do processo", inicia Cardozo, que classifica o processo de impeachment como um "ato gravíssimo e doloso, caracterizado pela má-fé do vice-presidente da República". Para ele, a denúncia contra Dilma não passa de uma "vontade política de que a presidente seja afastada mesmo sem ter cometido um ato ilícito".

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06h00 – Por fim, o relator do processo no Senado reitera: "Com serena convicção e absoluta tranquilidade, parece-me que estão presentes indícios suficientes, não ainda para julgamento do crime, mas para a abertura do processo".

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05h56 – Anastasia comenta detalhes de seu parecer, favorável à admissiblidade do processo de impeachment, e explica o passo a passo do processo daqui para frente. Segundo o relator, "há indícios suficientes" para o prosseguimento da denúncia, porque "desrespeitar o orçamento é muito grave".

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05h46 – Chega ao fim a fase de discursos. O presidente do Senado, Renan Calheiros, dá a palavra ao relator do processo, senador Antonio Anastasia.

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05h45 – O senador Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da comissão especial do impeachment no Senado, é o último orador inscrito para esta sessão. Brevemente, ele elogia as ações da comissão e exalta os trabalhos do relator Anastasia. Por fim, diz-se favorável à abertura do processo de impeachment.

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05h41 – O senador Edison Lobão (PMDB-MA) é o penúltimo senador a falar. Ele afirma que "vem a essa tribuna sem qualquer prazer", e destaca que "a votação de hoje não dá fim ao processo, apenas autoriza a abertura dele" e que seu voto "não é uma antecipação de seu voto no final do processo".

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05h39 – Confira o placar do impeachment até agora:

48 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Acir Gurgacz (PDT-RO), Eduardo Amorim (PSC-SE), Aécio Neves (PSDB-MG), Wilder Morais (PP-GO), Álvaro Dias (PV-PR), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Marcelo Crivella(PRB-RJ), Lasier Martins (PDT-RS), Senador Reguffe (sem partido-DF), Hélio José (PMDB-DF), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Valdir Raupp (PMDB-RO), Paulo Bauer (PSDB-SC), Gladson Cameli (PP-AC), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Omar Aziz (PSD-AM), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Wellington Fagundes (PR-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Roberto Rocha (PSB-MA), Blairo Maggi (PR-MT), Dalírio Beber (PSDB-SC), José Serra (PSDB-SP), Davi Alcolumbre (DEM-AM), Ciro Nogueira (PP-PI), Ivo Cassol (PP-RO), Benedito de Lira (PP-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR).

20 senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) Fátima Bezerra (PT-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Roberto Requião (PMDB-PR),Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI), Armando Monteiro (PTB-PE), João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Otto Alencar (PSD-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Rocha (PT-PA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), Paulo Paim (PT-RS), Donizeti Nogueira (PT-TO), José Pimentel (PT-Ceará), Walter Pinheiro (sem partido-BA) e Humberto Costa (PT-PE).

Um indefinido: Fernando Collor (PTC-AL).

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05h37 - Jucá diz que, como economista formado, nunca apoiou o governo Dilma. Sobre agressões ao vice-presidente Michel Temer e ao PMDB, o senador diz que "elas não serão aceitas", mas que o partido está "tranquilo quanto a isso" e que "não vai haver caça às bruxas". "O Brasil precisa de uma nova direção. Por isso, voto 'sim' pelo impeachment", declara.

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05h29 - Romero Jucá (PMDB-RR) diz que o impeachment é "legítimo" e que o senadores votam agora um relatório "competente" do senador Anastasia. "Estamos falando de um crime fiscal, de lei orçamentária e de responsabilidade que não é brincadeira", opina o senador.

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05h24 - Sobre o parecer do relator Antonio Anastasia, Benedito de Lira diz que "não concorda, nem discorda", mas que "há de se ressaltar o vigor de sua análise". Levando em conta a hegemonia de seu partido, o PP, e com base em suas convicções, ele afirma que é a favor da admissibilidade do impeachment.

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05h19 - É a vez de Benedito de Lira (PP-AL). O senador diz que "vivemos um momento único e crítico da nossa história". "Isso é paupável, pode ser sentido minuto a minuto. Enfrentamos uma crise econômica brutal e uma crise política. É difícil prever o que vem por aí, mas uma coisa é certa: nesse momento todos os olhos estão voltados para o Senado", alerta ele.

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05h13 - Ivo Cassol (PP-RO) parabeniza Dilma pela "coragem" ao liberar a fosfoetanolamina, substância que ficou conhecida como a "pílula do câncer". Ainda assim, ele se diz favorável ao afastamento da presidente. "Estou convencido de que exista indícios suficientes para abrir o processso de impeachment contra a presidente. As investigações daqui para frente dirão se Dilma cometeu crime de responsabilidade", afirma o senador.

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05h03 - Com a palavra, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) inicia o discurso dizendo que o processo de impeachment é "algo traumático em qualquer democracia", mas que os senadores precisam "cumprir com as obrigações". Ele afirma ainda que nunca foi "um entusiasta do impeachment, mas ficou claro que as preferências pessoais não poderiam prevalecer". Apesar dos legados deixados pelo governo petista, "é com o peso da responsabilidade histórica que todos temos sobre nossos ombros que eu voto 'sim' pela admissibilidade do impeachment", conclui o senador.

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04h51 – O senador Davi Alcolumbre (DEM-AM), o 65º a discursar, afirma que certamente o dia de hoje não é de festa, "nem para mim, nem para o Senado, tampouco para o Brasil". Ele destaca a crise generalizada pela qual o país passa. "O momento deve ser de discutir quais os caminhos a seguir para a retomada do crescimento [...] O povo brasileiro não merece passar por tanto sofrimento." Ele manifesta sua concordância com o processo contra Dilma.

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04h45 – Confira o placar do impeachment até agora:

43 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Acir Gurgacz (PDT-RO), Eduardo Amorim (PSC-SE), Aécio Neves (PSDB-MG), Wilder Morais (PP-GO), Álvaro Dias (PV-PR), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Marcelo Crivella(PRB-RJ), Lasier Martins (PDT-RS), Senador Reguffe (sem partido-DF), Hélio José (PMDB-DF), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Valdir Raupp (PMDB-RO), Paulo Bauer (PSDB-SC), Gladson Cameli (PP-AC), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Omar Aziz (PSD-AM), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Wellington Fagundes (PR-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Roberto Rocha (PSB-MA), Blairo Maggi (PR-MT), Dalírio Beber (PSDB-SC) e José Serra (PSDB-SP)

20 senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) Fátima Bezerra (PT-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Roberto Requião (PMDB-PR),Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI), Armando Monteiro (PTB-PE), João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Otto Alencar (PSD-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Rocha (PT-PA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), Paulo Paim (PT-RS), Donizeti Nogueira (PT-TO), José Pimentel (PT-Ceará), Walter Pinheiro (sem partido-BA) e Humberto Costa (PT-PE).

Um indefinido: Fernando Collor (PTC-AL).

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04h42 – "Não se troca um projeto de país por outro como se estivéssemos negociando uma mercadoria. [...] Estamos diante de uma absurda injustiça histórica", prossegue Costa. Ele mostra uma foto de 46 anos atrás de Dilma, na qual se vê "uma mulher honesta, que não havia cometido qualquer crime" ser submetida à tortura. "Mais uma vez Dilma está sendo submetida a um julgamento injusto, e mais uma vez sua cabeça permanece erguida."

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04h35 – O senador Humberto Costa (PT-PE) fala em golpe, afirmando que o impeachment abrirá um grave precedente na jovem democracia brasileira, de submeter a administração de um presidente às pesquisas de opinião.

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04h29 – "O impeachment não representa o fim dos problemas do país. É o começo do começo da reconstrução nacional", diz Serra. "Essa reconstrução tem que passar pela reforma política."

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04h21 – O senador José Serra (PSDB-SP) se diz a favor do impeachment, apesar de chamá-lo de um processo "penoso" e de "uma quase tragédia para o país". "Deveríamos de toda maneira tentar evitá-lo, mas isso não foi possível. Esse processo se impõe como um remédio amargo, mas essencial. A continuidade do governo Dilma seria uma tragédia maior", diz, acrescentando que o Estado de direito está em risco. "A presidente não está sendo derrubada por adversários, mas pela marcha da insensatez que ela própria e seu partido deflagraram."

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04h17 – Confira o placar do impeachment até agora:

42 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Acir Gurgacz (PDT-RO), Eduardo Amorim (PSC-SE), Aécio Neves (PSDB-MG), Wilder Morais (PP-GO), Álvaro Dias (PV-PR), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Marcelo Crivella(PRB-RJ), Lasier Martins (PDT-RS), Senador Reguffe (sem partido-DF), Hélio José (PMDB-DF), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Valdir Raupp (PMDB-RO), Paulo Bauer (PSDB-SC), Gladson Cameli (PP-AC), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Omar Aziz (PSD-AM), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Wellington Fagundes (PR-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Roberto Rocha (PSB-MA), Blairo Maggi (PR-MT) e Dalírio Beber (PSDB-SC).

19 senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) Fátima Bezerra (PT-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Roberto Requião (PMDB-PR),Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI), Armando Monteiro (PTB-PE), João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Otto Alencar (PSD-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Rocha (PT-PA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), Paulo Paim (PT-RS), Donizeti Nogueira (PT-TO), José Pimentel (PT-Ceará) e Walter Pinheiro (sem partido-BA).

Um indefinido: Fernando Collor (PTC-AL).

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04h15 –"Estamos impondo ao povo brasileiro um novo presidente da República, sem que o povo tenha tido a oportunidade de opinar. Estamos impondo um programa de governo diferente daquele em que ele votou. Este é o golpe", conclui Pinheiro.

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04h08 – Walter Pinheiro (sem partido-BA) afirma que não cabe aos senadores comparar o erro de um ao de outro, avaliar se houve ou não pedaladas. "Estamos diante de um julgamento político, que deixa de lado qualquer tipo de avaliação do erro cometido [...] Estamos aqui diante de um 'sim' ou 'não' antes de um julgamento [...] A admissibilidade se transformou num processo de julgamento."

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03h59 – O senador Dalírio Beber (PSDB-SC) afirma que a indignação e a frustração pertencem àqueles que foram às ruas e foram iludidos com promessas, afirma. "Este governo há muito perdeu o que é essencial para dirigir uma nação do tamanho do Brasil: a credibilidade." Ele se manifesta, portanto, a favor do prosseguimento do processo de impeachment, classificando a presidente de "inábil" e afirmando ser necessário que ela seja afastada o mais rápido possível para a reconstrução nacional.

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03h51 – Confira o placar do impeachment até agora:

41 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Acir Gurgacz (PDT-RO), Eduardo Amorim (PSC-SE), Aécio Neves (PSDB-MG), Wilder Morais (PP-GO), Álvaro Dias (PV-PR), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Marcelo Crivella(PRB-RJ), Lasier Martins (PDT-RS), Senador Reguffe (sem partido-DF), Hélio José (PMDB-DF), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Valdir Raupp (PMDB-RO), Paulo Bauer (PSDB-SC), Gladson Cameli (PP-AC), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Omar Aziz (PSD-AM), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Wellington Fagundes (PR-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Roberto Rocha (PSB-MA), Blairo Maggi (PR-MT).

18 senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) Fátima Bezerra (PT-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Roberto Requião (PMDB-PR),Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM),Regina Sousa (PT-PI), Armando Monteiro (PTB-PE), João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Otto Alencar (PSD-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Rocha (PT-PA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), Paulo Paim (PT-RS), Donizeti Nogueira (PT-TO) e José Pimentel (PT-Ceará)

Um indefinido: Fernando Collor (PTC-AL).

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03h48 – "Nós estamos afastando uma presidente que não cometeu nenhum crime", prossegue Pimentel. Ele afirma que há previsão na lei orçamentária para que Dilma procedesse como procedeu. "Tenho clareza de que estamos cometendo uma das maiores injustiças a que já assisti." Ele diz que o processo de impeachment é resultado de um parecer comprado com objetivo de tirar do governo uma mulher honesta.

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03h43 – O senador José Pimentel (PT-Ceará) começa sua fala destacando a política de subsídio à agricultura brasileira. "Aprendi na vida que a elite brasileira sempre viveu enganando os mais pobres e os trabalhadores brasileiros, mas essa fase está passando", diz. Ele destaca que, m 2015, 60% do subsídio agrícola foi voltado para a agricultura familiar. "Nós apoiamos a agricultura familiar e o agronegócio, não tem diferença [...] Aqueles que querem patrocinar esse impeachment não aceitam que a agricultura familiar se desenvolva no Brasil, porque, antes do governo Lula, esse pessoal era massa de manobra", critica.

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03h21 – Confira o placar do impeachment até agora:

41 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Acir Gurgacz (PDT-RO), Eduardo Amorim (PSC-SE), Aécio Neves (PSDB-MG), Wilder Morais (PP-GO), Álvaro Dias (PV-PR), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Marcelo Crivella(PRB-RJ), Lasier Martins (PDT-RS), Senador Reguffe (sem partido-DF), Hélio José (PMDB-DF), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Valdir Raupp (PMDB-RO), Paulo Bauer (PSDB-SC), Gladson Cameli (PP-AC), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Omar Aziz (PSD-AM), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Wellington Fagundes (PR-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Roberto Rocha (PSB-MA), Blairo Maggi (PR-MT).

17 senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) Fátima Bezerra (PT-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Roberto Requião (PMDB-PR),Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM),Regina Sousa (PT-PI), Armando Monteiro (PTB-PE), João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Otto Alencar (PSD-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Rocha (PT-PA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), Paulo Paim (PT-RS), Donizeti Nogueira (PT-TO).

Um indefinido: Fernando Collor (PTC-AL).

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03h20 - O senador Donizeti Nogueira (PT-TO) discursa. Ele indica que vota contra a admissibilidade do processo de impeachment. "Este processo teria embasamento jurídico se não partisse de premissas falsas", disse Nogueira. Ele defende que a presidente não cometeu crime de responsabilidade, porque as operações não eram ilegais até a publicação do acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU). "Equalização de taxa de juros não é empréstimo."

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03h10 - O senador Blairo Maggi (PR-MT) se declarou favorável à suspensão da presidente Dilma. Ele acusou o PT de tentar dividir o país. "Os mais necessitados não são propriedade do PT. Eu, como agricultor, como empresério, como político, também defendo o trabalhador". "Estamos criando as condições necessárias para começar a tentar sair da situação em que estamos pela irresponsabilidade do governo."

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03h05 - O senador Roberto Rocha (PSB-MA) disse que o Maranhão é o maior credor do governo, pois deu a maior votação à presidente Dilma, mas foi o estado que menos recebeu investimentos. Ele se declarou favorável à admissibilidade do pedido de impeachment da presidente Dilma. O próximo a falar é o senador Blairo Maggi (PR-MT).

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02h48 - O senador Paulo Paim (PT-RS) acusou Temer de querer tomar o poder de forma indireta. "Os poetas, os trabalhadores, as mulheres, a juventude são contra o impeachment. Vamos nos perguntar claramente: quem quer o impeachment?" Paim disse ainda que o impeachment só surgiu porque o PT não apoiou Eduardo Cunha na Comissão de Ética. Paim se declarou contrário ao afastamento da presidente. Sobre a acusação, disse: "Qual o governador não deu pedalada? Qual prefeito não deu pedalada?"

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02h46 – Confira o placar do impeachment até agora:

39 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Acir Gurgacz (PDT-RO), Eduardo Amorim (PSC-SE), Aécio Neves (PSDB-MG), Wilder Morais (PP-GO), Álvaro Dias (PV-PR), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Marcelo Crivella(PRB-RJ), Lasier Martins (PDT-RS), Senador Reguffe (sem partido-DF), Hélio José (PMDB-DF), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Valdir Raupp (PMDB-RO), Paulo Bauer (PSDB-SC), Gladson Cameli (PP-AC), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Omar Aziz (PSD-AM), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Wellington Fagundes (PR-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

15 senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) Fátima Bezerra (PT-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Roberto Requião (PMDB-PR),Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM),Regina Sousa (PT-PI), Armando Monteiro (PTB-PE), João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Otto Alencar (PSD-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Rocha (PT-PA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR).


Um indefinido: Fernando Collor (PTC-AL).

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02h38 – Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) diz que Dilma está sendo acusada por não cumprir e meta fiscal e por editar decretos de crédito suplementar sem aprovação do Congresso Nacional. "A prática do PT sempre foi gastar mais do que arrecada." Contra o "mantra do golpe", Ribeiro acusou o Dilma de dar um golpe na população em 2014, e disse que os votos que ela recebeu nas eleições também foram votos para Michel Temer. O senador declarou apoio à suspensão da presidente Dilma.

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02h22 – Gleisi Hoffmann lembra integridade de Dilma Rousseff e ressalta luta da presidente no combate à corrupção. Senadora alega que processo é uma "farsa política" e acusa PSDB de promover impeachment contra Dilma, pagando juristas para formular peça de acusação. Parlamentar argumenta que presidente não cometeu crime e ressalta que processo "por não ter base jurídica" é golpe. Próximo a votar é o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

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02h15 – O senador Wellington Fagundes (PR-MT) declara ser a favor do afastamento de Dilma e, em discurso, defende reforma política e maior repasse de recursos federais para municípios. Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) é a próxima a discursar.

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02h04– Ao votar, senador Tasso Jereissati usa argumentos políticos para defender voto a favor de impedimento de Dilma. Parlamentar ressalta que não irá se ater a aspectos jurídicos de processo e acusa presidente de cometer "o maior pecado" que se pode cometer na política: "mentir" para a população. Parlamentar chama presidente de arrogante e alega que Dilma tenta dividir o país.

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01h53– Em discurso breve, senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) vota pela admissibilidade do processo de impeachment. Próximo senador a apresentar o voto é Tasso Jereissati (PSDB-CE).

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01h45– Contrário ao afastamento de Dilma, senador Paulo Rocha (PT-PA) afirma que história não esquecerá golpistas e admite que abertura de processo de impeachment deve ser aprovada no Senado.

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01h23– Senador Lindbergh Farias leva edições de jornais de dias seguintes ao golpe de 1964 e mostra que periódicos destacaram, na época, que a democracia havia vencido. Parlamentar ressalta que, desde reeleição de Dilma, PSDB tenta derrubar presidente e acusa Temer e Eduardo Cunha de serem capitães do golpe. O senador lembra que, caso Temer assuma, ele será o primeiro presidente ilegível do país e afirma que a História vai revelar a verdade. "Saio daqui de cabeça erguida e com muita força para continuar a luta que está só começando".

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01h16– O senador Otto Alencar (PSD-BA) destaca que não há crime de responsabilidade fiscal e chama processo de impeachment de oportunismo. Ele argumenta que processo contra Dilma só ocorreu porque ela perdeu popularidade. "Injustiça que se faz contra um pode virar uma ameaça para todos", diz senador, declarando ser contra impeachment. O próximo a discursar é o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

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01h00– Ao justificar o voto a favor da abertura do processo de impeachment, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) destaca pontos da denúncia contra Dilma e afirma que ela fez "exatamente o contrário" do que determina a legislação. Parlamentar ressalta ainda que "falta de diálogo" levou presidente a perder "autoridade e apoio político".

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00h46– A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) chama o impeachment de "golpe político e midiático" e compara Michel Temer ao personagem Frank Underwood da série americana House of Cards, mas ressalta que na série o vice conspirou nas sombras e no Brasil "tudo se dá às claras". A parlamentar acusa ainda Temer de transformar o Palácio do Juburu "em um comitê eleitoral" para o afastamento de Dilma Rousseff.

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00h35– Ao votar contra abertura de processo, senador João Capiberibe (PSB-AP) argumenta que impeachment não é solução para o país. Ele destaca que processo é uma briga pelo poder "entre dois partidos [PT e PMDB] que governaram juntos". Parlamentar defende novas eleições em outubro e afirma que população não quer "trocar seis por meia dúzia".

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00h30– Confira o placar do impeachment até agora:

34 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Acir Gurgacz (PDT-RO), Eduardo Amorim (PSC-SE), Aécio Neves (PSDB-MG), Wilder Morais (PP-GO), Álvaro Dias (PV-PR), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Marcelo Crivella(PRB-RJ), Lasier Martins (PDT-RS), Senador Reguffe (sem partido-DF), Hélio José (PMDB-DF), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Valdir Raupp (PMDB-RO), Paulo Bauer (PSDB-SC), Gladson Cameli (PP-AC), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) e Omar Aziz (PSD-AM).

Nove senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) Fátima Bezerra (PT-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Roberto Requião (PMDB-PR),Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM),Regina Sousa (PT-PI) e Armando Monteiro (PTB-PE).

Um indefinido: Fernando Collor (PTC-AL).

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00h20– Senador Omar Aziz (PSD-AM) admite que impeachment de Dilma começou quando presidente "não teve humildade" de falar a "verdade" sobre situação econômica ao concorrer à reeleição. Parlamentar saudou ainda um possível governo Temer e pede que vice não cometa "mesmos erros" que Dilma.

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00h05– Em discurso, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), ex-ministro de Dilma, alega que ao tomar posse no Ministério da Previdência sabia que estava assumindo "um abacaxi". Senador lembra carreira política ao votar e diz que experiência o fez perceber que há "distorções" na política governista. Ele foi ministro durante quatro anos e renunciou em 2015. Alves vota pela abertura do processo contra Dilma e argumenta que presidente atentou contra a Constituição.

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23h55– 42º senador a discursar, Gladson Cameli (PP-AC) vota por afastamento de Dilma e elogia relatório de Anastasia. Parlamentar afirma que PT não pode mais governar e diz que país precisa recuperar estabilidade econômica. Faltam discursos de 29 senadores.

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23h50– Paulo Bauer ressalta não há dúvida de que presidente comentou o crime do qual é acusada e diz que senadores não votam apenas com sua consciência, mas com a responsabilidade de representar os brasileiros. Ele argumenta voto ainda com aumento do desemprego e inflação, além de escândalos de corrupção. Senador alega que governo Dilma é "frágil, surdo, mudo e talvez até cego".

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23h34– Senador Valdir Raupp (PMDB-RO) vota a favor do impeachment e cita problemas enfrentados pelo país para justificar decisão. Senador Paulo Bauer (PSDB-SC) é o próximo a discursar.

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23h30 – Senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) vota a favor do impeachment, argumentado que há requisitos para o processo. Parlamentar também afirma que seu partido alertou governo sobre política econômica inadequada.

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23h09 – Em seu discurso, o senador Fernando Collor (PTC-AL) fala sobre seu processo de impeachment e alega que na época não teve direito à ampla defesa no Congresso. O senador afirma que não cometeu crime e isso ficou comprovado em julgamentos posteriores, nos quais ele foi absolvido. Collor lembra que não foi reparado por esse "erro".

O senador alega ainda que procurou interlocutores de Dilma para falar sobre erros na gestão e diz que sua experiência foi relegada. Collor chama a atual administração de "obra em ruína" e reitera que "não foi por falta de aviso" que situação chegou a esse patamar.

"O maior crime de responsabilidade está no desleixo com a política, na irresponsabilidade com os déficits fiscais, o aparelhamento do estado, ação ou omissão em relação a decisões da justiça", afirma Collor, sem declarar se é contra ou a favor de impeachment.

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22h54– Armando Monteiro afirma que fez questão de deixar cargo no Ministério para votar a favor de Dilma. Ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior alega que responsabilidade fiscal também é incumbência do Congresso e argumenta que afastamento da presidente é político. Senador diz ainda que impeachment é um ato "gravíssimo" e rompe com a "ordem institucional do país".

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22h35 – Regina Sousa denuncia sexismo no processo de impeachment e critica vazamentos seletivos na Lava Jato. Senadora acusa Temer de tentar "implantar um projeto de exclusão social" e afirma ser contra o impeachment. "Dilma foi traída pelos que compartilharam o poder com ela", ressalta.

Senador Armando Monteiro (PTB-PE), ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, é o próximo a discursar.

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22h30– Próxima a discursar é senadora Regina Sousa (PT-PI) que manifesta repúdio à violência policial contra manifestantes em Brasília.

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22h25– Cássio Cunha Lima afirma que o Senado estará fazendo justiça ao afastar Dilma e acusa presidente de empurra Brasil "para a gravidade do quadro atual". O senador argumenta ainda que Temer tem legitimidade para governar.

"Os mesmos 54 milhões de votos obtidos pela presidente Dilma foram obtidos pelo vice-presidente", ressalta, expressando voto favorável ao impeachment.

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22h15– O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) é 35º a discursar. Ainda restam outros 35 senadores que apresentarão seu voto ao plenário.

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22h09– Em discurso, Hélio José (PMDB-DF) diz ter dúvida sobre os crimes do qual Dilma é acusada e ressaltou que é preciso uma investigação detalhada se há indícios de irregularidades. O senador exalta ainda possível governo Temer e vota a favor da abertura de impeachment contra a presidente Dilma.

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22h03– A polícia entrou em confronto com manifestantes em Brasília que protestavam a favor do governo próximo ao Congresso Nacional.

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21h54– Senador Reguffe (sem partido-DF) é o próximo a discursar e afirma estar ao lado do contribuinte brasileiro. Ele declara que houve descumprimento da lei orçamentária pela presidente. "Quem ganha a eleição governa, mas o governante não tem o direito de fazer o que quiser, tem que respeitar a legislação vigente". Ao votar a favor do impeachment, senador defende Brasília e afirma que cidade não é corrupta, que maioria de seus habitantes são honestos.

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21h34– Grazziotin chama de processo de impeachment de golpe. Senadora acusa PSDB de pagar juristas para prepararem peça de acusação contra Dilma e argumenta que não houve crime de responsabilidade fiscal.

Ela diz ainda que parlamentares não justificam votos com as acusações que pesam contra Dilma e lembra que impeachment sem base legal é golpe. Grazziotin afirma ainda que avançar com o processo contra a presidente é "tão grave quanto o experimentado em 1964". Senadora ressalta que se aprovado o processo será uma das maiores fraudes ao estado democrático de direito.

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21h30 – Senador Lasier Martins (PDT-RS) declara ser a favor do impeachment, acusa Dilma de "aniquilar" a economia nacional e espera que afastamento da presidente dê início a "uma nova era" no Brasil. Próxima a discursar é senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

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21h25 - Confira o placar do impeachment até agora:

24 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Acir Gurgacz (PDT-RO), Eduardo Amorim (PSC-SE), Aécio Neves (PSDB-MG), Wilder Morais (PP-GO), Álvaro Dias (PV-PR), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Marcelo Crivella(PRB-RJ).

Seis senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) Fátima Bezerra (PT-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Roberto Requião (PMDB-PR).

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21h11 – Randolfe Rodrigues alega que as mesmas acusações que pesam contra Dilma, implicam o vice-presidente e lembra que Temer assinou nove decretos suplementares, sem aprovação do Congresso. Defensores do afastamento da presidente a acusam de ter assinado seis decretos suplementares dessa maneira."Cadê o processo de impeachment de Temer?", pergunta.

O senador afirma que rompeu com o PT pelas alianças que o partido fez e ressalta que conquistas sociais estão ameaçadas. O parlamentar defende novas eleições e declarar ser contra o impeachment.

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21h03 – Próximo a discursar é Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

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20h56 – Em breve discurso, senador Marcelo Crivella(PRB-RJ) declara ser a favor da abertura do processo de impeachment para que as acusações sejam devidamente analisadas e a Justiça seja feita.

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20h50 – Requião defende que o impeachment não tem base legal e argumenta que não acredita que o afastamento de Dilma irá solucionar problemas do país. Senador alega que proposta econômica de Temer é a mesma "desgraçou a Europa" e a classifica como "utopia neoliberal". Requião chama o processo contra a presidente de "besteira monumental" e declara votar contra o impeachment.

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20h40 – O senador Roberto Requião (PMDB-PR) afirma que processo de impeachment tem "duas naturezas", uma política e uma legal. O senador acusou a imprensa e países estrangeiros de incitar a população contra a presidente, mas alegou que Dilma teve inabilidade política para lidar com Congresso.

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20h35 – Em discurso, senador Waldemir Moka (PMDB-MS) afirmou que há indícios suficientes para abertura do processo de impeachment contra a presidente e alegou que os "números reais" apareceram após a eleição de Dilma. Próximo a discursar é o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

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20h31– Dilma divulgará vídeo em redes sociais, após decisão de Senado sobre impeachment.

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20h21– Após parlamentares fazerem fila para cumprimentar Aécio, presidente do Senado, Renan Calheiros, pediu silêncio e ameaçou suspender a sessão caso senadores continuem usando celulares e não prestem atenção nos discursos.

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20h16– Álvaro Dias afirma que "República de Curitiba" dá esperança de que Justiça atinja também os poderosos. O senador argumenta que os brasileiros exigem mudança no sistema de governança do país. Dias termina seu discurso citando o papa Francisco: "não permitam que eles roubem nossa esperança".

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20h08– Mais senadores se inscrevem para discursar.

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20h04– Wilder Morais falou sobre possível governo Temer e defende não só o voto técnico, mas também político. O senador afirmou não ter nada pessoal contra Dilma, porém ressaltou que nunca foi recebido por ela. Morais votou a favor do impeachment e disse que cabe ao Congresso fazer as reformas que o Brasil precisa. Próximo a discursar é o senador Álvaro Dias (PV-PR).

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20h– Senador Wilder Morais (PP-GO) assume a palavra após Aécio Neves.

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19h50- Aécio Neves diz que responsabilidade de atos fiscais federais é da presidente. O senador afirma que o impeachment foi impulsionado pelas manifestações e argumenta que o voto de Anastasia dá tranquilidade para votar a favor do processo contra Dilma Rousseff.

Aécio acusou ainda o governo de "manipular os mais pobres" e disse que essa parcela da população é quem mais sofre com a crise econômica. Senador afirmou que "marca dos governos populistas" é agir com "irresponsabilidade fiscal" e quando " fracassam, usam o velho discurso da divisão entre nós e eles".

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19h38– Próximo a discursar é o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Ele dirige a palavra ao senador Antonio Anastasia (PSDB), o qual chama de "irmão", e elogia o parecer favorável ao impeachment.

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19h35– Em seu discurso, Eduardo Amorim (PSC-SE) defende trabalhadores e afirma que o impeachment é um mecanismo que permite afastar um "mau presidente" e "equilibrar os poderes". Senador afirma que espera que "pedaladas fiscais" nunca mais aconteçam na "história do país".

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19h25– Senador Eduardo Amorim (PSC-SE) é o primeiro a falar após a volta do intervalo. Ele fala sobre desemprego e afirma que não é possível acreditar no atual governo.

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19h21 - A presidente Dilma decidiu exonerar sua equipe ministerial assim que os senadores encerrarem a votação que teve início nesta quarta-feira, caso decidam por seu afastamento – se o plenário do Senado acata a admissibilidade do processo, Dilma é afastada do cargo por 180 dias. Leia mais

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19h10 - Se o processo for aprovado pelo Senado, será iniciada a fase de pronúncia, novamente na comissão especial. O presidente da Casa, Renan Calheiros, disse que essa fase já será presidida pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, a quem caberá a palavra final sobre procedimentos e outras questões. Entenda o passo a passo do impeachment no Senado.

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18h42 - Em frente à Esplanada, em Brasília, manifestantes a favor e contra o impeachment acompanham a sessão do Senado.

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18h30 - Confira o placar do impeachment até agora:

18 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF) e Acir Gurgacz (PDT-RO).

Quatro senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR), Ângela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) e Fátima Bezerra (PT-RN).

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18h18 - O presidente do Senado, Renan Calheiros, declara suspensa a sessão até as 19h. Dos 68 senadores inscritos para falar nesta quarta-feira, apenas 22 se pronunciaram.

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18h15 - Fátima Bezerra diz que o processo de impeachment não passa de "um golpe de Estado" e que o vice-presidente, Michel Temer, realizou "tenebrosas transações" para assumir a presidência. Ela ainda classifica o PSDB e o senador Aécio Neves como "coveiros da democracia". Por fim, encaminha voto contrário ao afastamento temporário de Dilma, "com muito senso de justiça".

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18h07 - A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) é a última a discursar antes do segundo intervalo. Ela defende a presidente Dilma Rousseff, garantindo que não houve crime de responsabilidade e nem há base legal para seu impeachment. "Uma mulher íntegra e honesta pode ser agora afastada da presidência da República como se criminosa fosse", diz ela.

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18h01 - É a vez do senador Acir Gurgacz (PDT-RO). Ele diz votar pela admissibilidade do processo de impeachment, porque o Brasil vive numa "encruzilhada" e quer voltar a crescer. Para o congressista, quando há briga entre políticos, quem perde é a população. Gurgacz é elogiado por Renan pela sobriedade no discurso e pela economia de tempo.

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17h54 - Renan Calheiros fala sobre os números recordes da transmissão da sessão do impeachment no Senado.

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17h51 - Jorge Viana declara voto contrário ao impeachment e diz que, se Dilma for afastada nesta quarta-feira, "o Senado estará escrevendo o capítulo mais triste de seus 190 anos de história".

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17h47 - Com a palavra, o senador Jorge Viana (PT-AC) lamenta a sessão desta quarta-feira, dizendo que "não queria estar aqui, porque não fui eleito para isso". Para ele, um impeachment "empurraria o Brasil para trás, no ponto de vista da democracia e da busca por soluções para a crise que vivemos". "Vivemos uma anarquia constitucional", critica o senador.

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17h42 - Confira o placar do impeachment até então:

17 senadores favoráveis ao afastamento: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC), José Agripino Maia (DEM-RN), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Dário Berger (PMDB-SC), Simone Tebet (PMDB-MS), José Maranhão (PMDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino Maia (DEM-RN), Zezé Perrella (PTB-MG), Magno Malta (PR-ES), Lúcia Vânia (PSB-GO), Romário (PSB-RJ) e Cristovam Buarque (PPS-DF).

Dois senadores contrários ao afastamento: Telmário Mota (PDT-RR) e Ângela Portela (PT-RR).

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17h35 - "Por razões de ordem legal e política, eu voto a favor do impeachment", conclui José Agripino, afirmando que o processo de impedimento tem fundamentos constitucionais.

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17h31 - O próximo na lista é José Agripino Maia (DEM-RN). O senador lembra que a questão das contas públicas do governo está sendo discutida há anos, uma vez que as pedaladas fiscais começaram nos anos 1990 com o fechamento de 23 bancos.

Sobre a atual situação econômica, ele cita que o orçamento enviado ao Congresso em 2015 tinha superávit de 53 bilhões de reais, passando a ter, no fim do ano, um déficit de 120 bilhões de reais.

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17h19 - O senador José Maranhão (PMDB-PB) é o 18º senador a discursar no plenário. Ele diz ser contra o argumento de que o impeachment se trata de um golpe. O congressista revela ainda que votou em Dilma no primeiro e no segundo turno das eleições de 2014, e que "não se vota em um candidato sem confiar nele". Ele encaminha, porém, o voto favorável ao impeachment, por concluir que há indícios de crime de responsibilidade.

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17h04 - Ângela Portela elogia os programas sociais dos governos Lula e Dilma, e afirma que um corte nessas políticas traria prejuízos drásticos à população brasileira. A senadora diz que, de fato, o Brasil será um país diferente após a decisão do Senado, mas "lamentavelmente não será um país melhor". Assim, ela encaminha o voto "não" ao impeachment.

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16h54 - Com a palavra, a senadora Ângela Portela (PT-RR) lembra que Dilma é a primeira mulher presidente do Brasil, num cenário político em que há tão pouca representação feminina. Ela defende a líder petista, dizendo que "não houve má-fé" nem crime de responsabilidade. "Querem tirar do poder uma mulher honrada, que governa com transparência e seriedade", declara Portela.

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16h48 - O presidente do Senado, Renan Calheiros, explica que há um requerimento para encurtar os discursos dos senadores de 15 minutos para 10 minutos. O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) defende o pedido, a fim de apressar os trabalhos da Casa nesta quarta-feira. Renan, porém, indefere o requerimento, uma vez que não há consenso entre os parlamentares.

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16h38 - Cristovam Buarque (PPS-DF), em seu discuro, diz que vota a favor do afastamento da presidente e que "não há como votar diferente", dados os indícios de crime de responsabilidade. "Meu voto é técnico, político, moral e, sobretudo, para ficar restrito à Constituição, é um voto jurídico", declara o senador.

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16h29 - A senadora Tebet declara voto "sim" pelo impeachment, concluindo que houve crime de responsabilidade e negando que haja um golpe em curso no país. "Estarei votando não apenas o destino de uma pessoa, mas o destino do Brasil", diz a peemedebista.

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16h21 - Simone Tebet (PMDB-MS) é a próxima a falar. A senadora cita uma série de dados negativos que comprovam a crise econômica e afirma: "O Brasil não está parando. O Brasil está parado".

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16h17 - Já se pronunciaram 14 dos 68 senadores inscritos para falar. Deles, 13 são favoráveis ao impeachment, e 1 é contrário.

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16h15 - Dário Berger (PMDB-SC) segue a tendência dos senadores anteriores e lamenta a "dura realidade" enfrentada pelos brasileiros, citando a atual crise econômica. "Muitos acreditam que estamos no fundo do poço", diz ele, declarando que votará a favor do impedimento da presidente.

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16h05 - Petecão finaliza seu pronunciamento – já com o microfone desligado pois ultrapassou os 15 minutos permitidos para cada senador – encaminhando seu voto pelo "sim" ao afastamento temporário de Dilma.

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15h59 - Com a palavra, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) elogia as recentes ações do presidente do Senado, Renan Calheiros, e diz estar muito preocupado com os "problemas gravíssimos" enfrentados pelo Brasil e principalmente pelo Acre. O congressista diz, porém, que não acha "correto tratar o PT como corja".

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15h49 - Telmário Mota cita ainda o fato de Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment, ter admitido que recebeu 45 mil reais do PSDB para elaborar o processo. Para ele, é suspeito que o relator no Senado agora seja um congressista tucano. "Que país é este?", questiona Telmário, citando canção de Renato Russo, antes de declarar seu voto contrário ao impedimento.

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15h42 - O senador Telmário Mota (PDT-RR) é o primeiro orador a defender a presidente Dilma nesta quarta-feira, garantindo que não houve crime de responsabilidade. Segundo ele, há em curso uma "tentativa de tomada de poder" apelidada de "impeachment" – o prejuízo maior desse processo, para o senador, será da população.

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15h35 - Romário diz que, após leitura minuciosa do parecer do relator Anastasia, ele conclui que "há indícios suficientes para a admissão do processo de impeachment". "Independentemente do resultado da votação, nós senadores temos um papel agora: cobrar do governo medidas emergenciais que apontem para a saída dessa crise", afirma o senador.

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15h29 - "Não há outro caminho que não o impedimento da presidente Dilma. É como me manifesto", afirma, por fim, o senador Ferraço, abrindo espaço para o próximo orador, o senador Romário (PSB-RJ).

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15h20 - Ricardo Ferraço (PSDB-ES) é o décimo senador a falar, e o décimo a declarar voto favorável ao impedimento da presidente Dilma. O congressista tucano defende o instituto do impeachment – alertando ser "o mais amargo dos remédios" para afastar um governante" – e diz que os crimes da petista foram "gravíssimos".

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15h15 - Por fim, o senador Magno Malta declara que votará "sim" ao impeachment de Dilma, citando a Bíblia e dedicando o voto a sua neta, que nasce em breve.

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15h10 - Em discurso bastante exaltado, Malta diz que o governa petista "dilacerou a economia brasileira". Ele afirma que os fundamentos econômicos do país foram dados nos dois governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

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15h05 - O senador Magno Malta (PR-ES) é o próximo a se pronunciar. Ele compara o Brasil com um "corpo diabético, com uma perna cheia de gangrena, pronta para ser amputada", referindo-se ao impeachment de Dilma. Para o senador, é preciso "amputar uma perna para salvar o corpo".

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14h59 - Assim como outros senadores, Lúcia Vânia também lista os efeitos da crise econômica no país, acrescentando que eles "indicam a gravidade da situação" enfrentada pelo Brasil. A senadora do PSB declara que votará "sim" ao afastamento temporário de Dilma.

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14h53 - Com a palavra, a senadora Lúcia Vânia (PSB-GO) elogia o parecer do relator Antonio Anastasia, que, segundo ela, é "precioso, copioso e eloquente".

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14h49 - Zezé Perrella (PTB-MG) é o sétimo senador a discursar. O congressista afirma que, embora Dilma não tenha cometidos crimes para enriquecimento próprio, a presidente "deixou que essa quadrilha assaltasse nosso país". Perrella, que usou apenas metade de seus 15 minutos disponíveis, declarou voto favorável ao impeachment.

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14h41 - Caiado termina seu discurso dizendo que votará "sim" pelo afastamento da presidente Dilma.

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14h36 - Em seu discurso, Ronaldo Caiado relata os efeitos da crise econômica brasileira, criticando veementemente as políticas do governo petista. O senador cita ainda a recente decisão do ministro do STF Teori Zavascki de rejeitar o pedido da AGU de suspender o processo de impeachment, que, segundo ele, "é o cala-boca definitivo".

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14h26 - Recomeça a sessão no Senado que votará o afastamento provisório da presidente Dilma Rousseff. O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) é o primeiro a falar após o intervalo.

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14h22 - Com quase uma hora de atraso, o presidente do Senado, Renan Calheiros, volta ao plenário.

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13h56 - Mais da metade dos senadores que votam o impeachment de Dilma nesta quarta-feira são alvo de processos na Justiça e/ou no Tribunal de Contas.

Do total de 80 congressistas que participam da sessão (Delcídio do Amaral foi caçado nesta terça-feira), 47 são suspeitos ou acusados de crimes que vão desde falsidade ideológica até abuso de poder econômico - o que equivale a quase 60%. Treze deles podem ter ligação com casos de corrupção investigados na Operação Lava Jato. Leia mais

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13h44 - As atividades no Senado estavam previstas para retornar às 13h30, mas, com plenário esvaziado, sessão segue atrasada.

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13h23 - O vice-líder do governo na Câmara, deputado Silvio Costa (PTdoB-PE), revela que a presidente Dilma fará um pronunciamento à nação após a decisão do Senado sobre o impeachment. Se o processo for aprovado nesta quarta-feira, a líder será afastada da presidência por 180 dias.

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13h04 - Neste momento, o chefe do gabinete pessoal da presidente, Jaques Wagner, comanda uma reunião ministerial no Palácio do Planalto para fazer um balanço das ações do governo. O encontro tem a participação dos titulares das 32 pastas.

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12h51 - Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal, nega o pedido feito pela Advocacia-Geral da União para anular o processo de impeachment contra Dilma Rousseff. Com isso, o Senado pode prosseguir com a votação desta quarta-feira. Leia mais

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12h46 - Em entrevista à TV Senado, o líder do PT na Casa, senador Paulo Rocha (PT-PA), diz que os senadores governistas continuarão "denunciando o golpe". Questionado sobre o tom sóbrio da sessão do Senado até então – ao contrário do que foi visto na votação do impeachment na Câmara –, Rocha opina que "o debate será muito duro de ambas as partes".

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12h37 - Um total de 68 senadores estão incritos para se pronunciar antes da votação do impeachment. Ainda restam 63. Confira a ordem dos oradores:

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12h30 - O presidente do Senado, Renan Calheiros, declara suspensa a sessão por uma hora. Até então, já se pronunciaram cinco senadores, e todos declararam voto favorável ao impeachment da presidente Dilma: Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Marta Suplicy (PMDB-SP) e Ataídes Oliveira (PSDB-TO).

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12h29 - Ataídes Oliveira conclui sua fala dizendo que votará pelo afastamento de Dilma Rousseff.

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12h27 - Em discurso exaltado, Oliveira cita números da atual crise econômica, e afirma que "Lula e Dilma quebraram o país", destacando que a estatal Petrobras "foi destruída pelo governo petista". Para o senador tucano, "a culpa de todo esse desastre" é do ex-presidente, que "colocou essa criatura para governar o país", referindo-se a Dilma.

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12h17 - O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) é o quinto orador da sessão. "Chegou o grande dia", inicia o parlamentar, acusando a presidente Dilma de ter cometido diversos crimes, entre eles, abuso de poder, "quando quis nomear o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser protegido da Justiça".

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12h11 - Para Marta, o afastamento de Dilma marcará "o início de um novo tempo", porque a situação atual do país é "gravíssima" e pede atitudes rápidas. "É hora de somar, é hora da democracia", afirma a senadora, indicando que votará "sim" pela continuidade do processo de impeachment.

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12h07 - Marta Suplicy (PMDB-SP) é a próxima a falar. A senadora, ex-petista, diz estar convencida de que "há indícios mais do que suficientes de crime de responsabilidade" por parte de Dilma Rousseff.

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12h04 - Aloysio declara seu voto favorável ao impedimento de Dilma, e diz que o governo "mentiu para se manter no poder". "A sociedade brasileira acordou", diz o senador, repetindo que "esse processo não tem mais volta".

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11h58 - Terceiro orador a se manifestar, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) diz não ter dúvidas de que a Casa aprovará a instauração do processo de impeachment. "Esse processo é irreversível", afirma o senador tucano.

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11h50 - O senador Medeiros, do PSD, elogia ainda o parecer do relator Anastasia e declara que seu voto é "sim" pela admissibilidade do processo de afastamento de Dilma Rousseff.

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11h46 - José Medeiros rechaça a versão de que um golpe esteja em curso no país com o atual processo de impeachment. "Trata-se de um novo episódio de irresponsabilidade constitucional do governo", diz o senador, destacando a retração da economia brasileira.

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11h35 - O segundo orador a falar é o senador José Medeiros (PSD-MT).

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11h32 - Ana Amélia cita o Papa Francisco, que nesta quarta-feira desejou "harmonia e paz" ao Brasil, e diz que é favorável ao impeachment de Dilma. A seu ver, a presidente cometeu crime de responsabilidade fiscal. A senadora elogia ainda o parecer do relator Anastasia que, segundo ela, foi feito com "precisão, conteúdo e qualidade incontestáveis".

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11h19 - Terminadas as questões de ordem, os oradores começam a ser ouvidos. Há 68 senadores inscritos para se manifestar antes da votação, tendo cada um 15 minutos para falar. A primeira é a senadora Ana Amélia (PP-RJ).

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11h18 - O presidente do Senado pede "bom senso" e solicita que as discussões sejam encerradas para que se possa prosseguir com a sessão.

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11h10 - Em resposta, o senador Cássio Cunha Lima rechaça o pedido de Lindbergh, acusando-o de anunciar uma "litigância de má-fé". Renan Calheiros indefere a questão de ordem do senador petista que pedia a suspensão do processo.

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11h06 - Em mais uma questão de ordem, Lindbergh Farias pede a suspensão do processo de impeachment até que o Tribunal de Contas da União (TCU) analise as contas do governo referentes ao ano de 2015. Segundo o senador, "estão querendo afastar Dilma antes que o TCU aprove a sua conta".

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11h01 - O senador Alvaro Dias (PV-RR) pede a palavra e critica as questões de ordem dos senadores governistas, as quais ele chama de "matéria vencida".

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10h57 - Com a palavra, o senador Lindbergh defende que os parlamentares têm o direito de apresentar questões de ordem, afirmando que a bancada governista não tem a intenção de "atrasar" o processo. A senadora Fátima Bezerra (PT-RN), por sua vez, volta a defender Dilma, dizendo que não houve crime de responsabilidade.

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10h46 - Renan Calheiros indefere questão de ordem de Vanessa Grazziotin, que pedia a suspeição do relator do processo, senador Anastasia.

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10h42 - Vanessa Grazziotin volta a pedir questão de ordem, questionando a legitimidade de Antonio Anastasia como relator do processo no Senado, uma vez que o senador é do PSDB. A senadora afirma que o pedido de impeachment foi "encomendado" pelo partido no ano passado. O senador Lasier Martins (PDT-RS) pede o contraditório, e diz que o pedido de Vanessa é "fora de lugar", porque "o relatório já foi votado".

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10h36 - O presidente do Senado também indefere a questão de ordem de Lindbergh Farias, que pedia a nulidade do parecer do relator Antonio Anastasia.

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10h34 - Renan Calheiros indefere a questão de ordem de Gleisi Hoffmann, que pedia a suspensão da votação desta quarta-feira. O presidente da Casa afirma que o Senado deve cumprir o que determina a Constituição Federal, sem esperar uma decisão do Supremo Tribunal Federal.

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10h31 - Anastasia pede a palavra para se defender. O relator cita pontos de seu parecer e diz que as acusações de Lindbergh não tem qualquer fundamento.

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10h30 - O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) também pede questão de ordem, afirmando que o relator do processo no Senado, Antonio Anastasia, apontou como crime de responsabilidade "práticas jurídicas que são corriqueiras" na administração pública. Lindbergh acusa o relator de ter feito "malabarismos" no parecer, que não contém "fundamentação jurídica". Por isso, ele pede a nulidade do relatório.

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10h19 - Para contradizer a questão de ordem de Gleisi, o presidente do Senado dá a palavra ao senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). O parlamentar afirma que o pedido da senadora se trata de uma "manobra procrastinatória", e que a questão já havia sido resolvida anteriormente.

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10h18 - Gleisi solicita a suspensão da votação do impeachment no Senado até que o Supremo Tribunal Federal (STF) se manifeste sobre o mandado de segurança enviado pela Advocacia-Geral da União (AGU).

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10h14 - Pede questão de ordem a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Ela reitera que Dilma não cometeu crime de responsabilidade, e que o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) só deu início ao processo de impeachment por "revanchismo".

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10h12 - Com a palavra, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) solicita que a defesa de questões de ordem seja feita em 5 minutos e não 3 minutos, como determinou Renan Calheiros.

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10h11 - O presidente do Senado afirma que a sessão se iniciará com a fala dos oradores inscritos, que terão 15 minutos cada. Depois terão direito ao microfone o relator do processo, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e o advogado-geral da União, José Eduado Cardozo, defensor de Dilma. Tem início, então, a votação dos senadores, por meio de voto aberto no painel eletrônico.

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10h - Renan Calheiros dá início formal à sessão e explica como se dará a votação nesta quarta-feira.

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09h57 - O presidente do Senado, Renan Calheiros, já está sentado em sua cadeira para presidir a sessão, que deve começar em breve. Antes, Renan conversou com a imprensa e falou sobre o impeachment. Ele disse que o processo é longo e traumático, mas necessário, e que é fundamental agora que o poder legislativo cumpra "seu compromisso com o Brasil".

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09h47 - Entenda, em vídeo, o passo a passo do processo de impeachment:

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O passo a passo do impeachment

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09h35 - Os senadores começam a ocupar o plenário do Senado. Neste momento, há 16 parlamentares presentes, e é necessária uma maioria simples dos 81 senadores para o início da sessão.

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