Primeiro-ministro da RDC enfrenta moção de censura no Parlamento | Internacional – Alemanha, Europa, África | DW | 26.01.2021

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Internacional

Primeiro-ministro da RDC enfrenta moção de censura no Parlamento

A tensão política aumenta na República Democrática do Congo (RDC), com os deputados convocados a debater, na tarde desta terça-feira (26.01), a moção de censura contra o primeiro-ministro, Sylvestre Ilunga Ilunkamba.

Sylvestre Ilunga Ilunkamba des. Premierminister DR Kongo

Sylvestre Ilunga Ilunkamba

É provável que o ambiente seja tenso esta terça-feira (26.01) na Assembleia Nacional Congolesa. Os deputados foram convocados para analisar, às 14 horas(hora local), a moção de censura contra o primeiro-ministro Sylvestre Ilunga Ilunkamba.

A moção já foi assinada por 301 dos 500 deputados, mas o primeiro-ministro não deverá estar esta tarde em frente aos representantes eleitos, pois não está em Kinshasa.

Na segunda-feira (25.01), o primeiro-ministro encontrou-se com o antigo Presidente do país Joseph Kabila, numa altura em que o Governo da RDC enfrenta uma crise política com o atual chefe de Estado e sucessor de Kabila, Félix Tshisekedi.

Moção de censura 

A moção de censura vem de deputados que criticam o primeiro-ministro  e o Governo que Sylvestre Ilunga Ilunkamba lidera, por não terem implementado o seu programa, tal como prometido na Assembleia Nacional.

Citam a contínua insegurança no país e querem agora criar a "União Sagrada da Nação", uma nova maioria parlamentar que o Presidente Félix Tshisekedi pretende desde dezembro, para derrubar a antiga maioria a favor de Joseph Kabila.

A crise política na RDC já dura há semanas. Tshisekedi, declarado vencedor nas eleições presidenciais de 30 de dezembro de 2018, governou a RDC em coligação com o partido de Kabila, que mantinha o controlo do Parlamento segundo os resultados das legislativas. 

Entretanto, no início de dezembro passado, Tshisekedi pôs um fim a esta coligação. Desde outubro, o chefe de Estado suspendeu o Conselho de Ministros devido à recusa de Ilunga em ratificar a nomeação de três novos juíze para o Tribunal Constitucional.

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