Guiné-Bissau: Força de estabilização da CEDEAO chega na terça-feira | Guiné-Bissau | DW | 13.05.2022

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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Força de estabilização da CEDEAO chega na terça-feira

O primeiro contingente da força de estabilização da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) deverá chegar à Guiné-Bissau na terça-feira (17.05), via terrestre, avança fonte militar guineense.

Força de estabilização da CEDEAO (Foto de arquivo / 2011)

Força de estabilização da CEDEAO (Foto de arquivo / 2011)

A força entrará no território guineense a partir do posto da fronteira com o Senegal, na localidade de São Domingos, referiu a fonte militar esta sexta-feira (13.05), em declarações à agência de notícias Lusa.

Uma delegação do Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau irá receber o contingente no posto da fronteira em São Domingos, precisou a fonte, notando que existe "total normalidade na operação".

Os primeiros militares serão conduzidos até Bissau para serem instalados no clube militar, indicou, precisando que o contingente total da força da CEDEAO deverá ser composto por 631 militares. 

Tentativa de golpe de Estado

Os chefes de Estado e de Governo da CEDEAO decidiram enviar uma força de estabilização para o país na sequência do ataque ao Palácio do Governo, em 01 de fevereiro, quando se encontrava a decorrer uma reunião do Conselho de Ministros com a presença do Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, e o primeiro-ministro, Nuno Gomes Nabiam, ataque que o Presidente classificou como uma tentativa de golpe de Estado.

A chegada do primeiro contingente da força de estabilização ao país aconteceu numa altura em que o chefe de Estado se prepara, segundo o presidente da Assembleia Nacional Popular, Cipriano Cassamá, para dissolver o parlamento.

Umaro Sissoco Embaló ouviu hoje durante a manhã os partidos políticos e convocou o Conselho de Estado para segunda-feira.

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