Covid-19: Estado de emergência na Guiné-Bissau prolongado por mais um mês | Guiné-Bissau | DW | 25.06.2020
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Guiné-Bissau

Covid-19: Estado de emergência na Guiné-Bissau prolongado por mais um mês

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, anunciou que vai manter o estado de emergência no país, por mais um mês, mas levantou o recolher obrigatório em todo o território nacional.

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, afirma num decreto publicado esta quinta-feira (25.06) que é "necessário reforçar as medidas de prevenção já estabelecidas" para travar a pandemia da Covid-19.

O país registou até agora 1.556 casos da doença e 19 vítimas mortais. Com o início da época das chuvas, que se prolonga até ao final de outubro/início de novembro, aumenta o risco de mortalidade, frisa Sissoco Embaló.

"Tendo ainda em conta que 15 dias de renovação do estado de emergência são insuficientes para uma adequada implementação e avaliação da eficácia das medidas durante esse período" foi renovado "o estado de emergência em todo o território nacional, por um período de trinta dias", lê-se no decreto presidencial N.º 24/2020.

O estado de emergência já foi prolongado por seis vezes desde que as autoridades detetaram as primeiras infeções por Covid-19 na Guiné-Bissau, em março.

As medidas de proteção contra a doença, nomeadamente o distanciamento físico e a obrigatoriedade de uso de máscara, mantêm-se em vigor. No entanto, o Presidente Umaro Sissoco Embaló levantou esta quinta-feira o recolher obrigatório.

O decreto entra em vigar às 00h00 desta sexta-feira, 26 de junho, e termina às 24h00 de 25 de julho.

Assistir ao vídeo 01:20

Covid-19: Retrato da Guiné-Bissau em estado de emergência

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