Uefa vai eliminar Rússia da Eurocopa em caso de mais violência | Siga a cobertura dos principais eventos esportivos mundiais | DW | 14.06.2016
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Esporte

Uefa vai eliminar Rússia da Eurocopa em caso de mais violência

Entidade anuncia que não vai tolerar novos tumultos envolvendo torcedores russos durante o torneio e aplica multa de 150 mil euros contra União Russa de Futebol por confrontos contra ingleses em Marselha.

Polícia francesa para ônibus com torcedores russos em Mandelieu, perto de Cannes

Polícia francesa para ônibus com torcedores russos em Mandelieu, perto de Cannes

A União das Federações Europeias de Futebol (Uefa) anunciou nesta terça-feira (14/06) que vai eliminar a Rússia da Eurocopa 2016 caso ocorram novos episódios de violência envolvendo torcedores do país.

A suspensão será aplicada caso novos tumultos aconteçam dentro dos estádios em qualquer um dos jogos que a Rússia disputar durante a competição, afirmou a Uefa comunicado. A entidade também multou a União Russa de Futebol em 150 mil euros.

Depois de três dias de violência nas ruas de Marselha, na França, confrontos entre torcedores russos e ingleses se alastraram no último sábado às imediações e ao interior do estádio Vélodrome, palco do empate entre Inglaterra e Rússia (1 a 1), pelo Grupo B do torneio. Quinze torcedores foram presos na ocasião.

O fato de ter havido brigas no sábado dentro e nas imediações do estádio permite à Uefa agir – a entidade já tinha condenado veementemente os episódios de violência nas ruas, mas esclarecido que só poderia adotar sanções contra as seleções por acontecimentos dentro do perímetro de competição.

Torcedores deportados

A Associação Inglesa de Futebol expressou preocupação com a segurança da próxima partida da Inglaterra contra o País de Gales, em Lens, nesta quinta-feira. Mais de 2,4 mil policiais vão participar do esquema de segurança na cidade. A Rússia vai enfrentar a Eslováquia na quarta-feira em Lille, e o País de Gales, em Toulouse na próxima segunda-feira.

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150 hooligans russos foram identificados

O órgão alegou que a França não tem feito esforços suficientes para impedir confrontos entre torcedores rivais. Em resposta, o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, afirmou que torcedores envolvidos nos atos violentos em Marselha seriam deportados.

"Há pessoas que não podem permanecer aqui, porque não são desejadas em nosso território nacional devido a seu comportamento", disse Valls, sem especificar a nacionalidade dos torcedores em questão.

Nesta terça, o Kremlin classificou os atos de violência envolvendo fãs do futebol russo como "inaceitável" e que as autoridades de esporte do país devem usar toda a sua influência para assegurar que os torcedores se comportem de maneira adequada.

KG/afp/ap/rtr

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