Sonda Juno faz primeiro voo rasante em Júpiter | Novidades da ciência para melhorar a qualidade de vida | DW | 28.08.2016
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Ciência e Saúde

Sonda Juno faz primeiro voo rasante em Júpiter

Há quase dois meses na órbita do planeta gasoso, sonda da Nasa realiza sua aproximação máxima e chega a apenas 4.200 quilômetros da superfície de Júpiter. Cientistas esperam imagens em alta resolução nos próximos dias.

Ilustração mostra sonda Juno fazendo voo rasante em Júpiter

Ilustração mostra sonda Juno fazendo voo rasante em Júpiter

A sonda Juno, que está na órbita de Júpiter há quase dois meses, fez história neste sábado (27/08) ao realizar seu primeiro sobrevoo orbital. Segundo a Agência Espacial Americana (Nasa), a sonda esteve a apenas 4.200 quilômetros do planeta – a maior aproximação já registrada na história.

Rick Nybakken, gerente de projeto da sonda, afirmou que "tudo ocorreu como planejado", mas que levará alguns dias para que os dados e imagens enviados pela Juno sejam processados.

Scott Bolton, chefe da equipe na Nasa, informou que a sonda está enviando "dados iniciais intrigantes". Uma série de fotos deve ser divulgada pela agência espacial nas próximas semanas.

Assistir ao vídeo 01:22
Ao vivo agora
01:22 min

Apresentador do Futurando fala sobre a sonda Juno

"Estamos numa órbita que ninguém nunca esteve antes, e essas imagens nos darão uma nova perspectiva sobre este mundo de gás gigante", acrescentou Bolton.

Ainda está previsto que a sonda espacial realize outros 35 voos rasantes em Júpiter até o fim de sua missão, em fevereiro de 2018, mas nenhum deve ser tão próximo como o deste sábado.

A nave foi capturada pela gravidade do planeta no último dia 4 de julho, após viajar cinco anos e 870 milhões de quilômetros. Ela deixou a Terra em 5 de agosto de 2011, de Cape Canaveral, na Flórida.

Para a Nasa, a Juno é um passo importante para estudar a atmosfera de Júpiter, suas particularidades e magnetismo, além de abrir a possibilidade de desvendar o mistério das origens do sistema solar.

EK/nasa/dpa/afp

Leia mais

Áudios e vídeos relacionados