Maradona vai trabalhar para a Fifa | Siga a cobertura dos principais eventos esportivos mundiais | DW | 09.02.2017
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Futebol

Maradona vai trabalhar para a Fifa

Após anos de confrontação, ex-jogador argentino anuncia que assumirá uma função na entidade. Ainda não está claro o que ele vai fazer, mas El Pibe afirma que vai trabalhar por uma Fifa "limpa e transparente".

O ex-jogador argentino Diego Maradona anunciou, nesta quinta-feira (09/02), que "é oficial" que ele trabalhará para a Fifa. Após anos de confrontação com o órgão que rege o futebol mundial, Maradona assumirá uma função na federação, mas ainda não está claro o que exatamente ele fará.

"Agora, sim, é oficial. Finalmente posso realizar um dos sonhos da minha vida, trabalhar por uma Fifa limpa e transparente, com pessoas que realmente amam o futebol. Obrigado a todos os que me encorajaram a enfrentar esse novo desafio", escreveu Maradona em seu perfil no Facebook. A breve mensagem, escrita em espanhol, italiano e inglês, foi acompanhada por uma foto do ex-craque argentino ao lado do presidente da Fifa, o suíço Gianni Infantino.

El Pibe afirmou que tem como objetivo contribuir para que a entidade se torne "limpa e transparente". Já a Fifa afirmou esperar que Maradona, de 56 anos, tenha um papel muito importante na promoção do futebol em todo o mundo. "Em reconhecimento a uma única e excepcional contribuição para o futebol, a Fifa está buscando a melhor forma de colaborar com Maradona", indicou um porta-voz. "Vamos assegurar que tenha um papel importante na promoção do futebol por meio de sua participação em projetos de desenvolvimento e o programa de lendas da Fifa."

Campeão da Copa do Mundo de 1986 com a Argentina, ex-capitão e ex-treinador da Albiceleste, Maradona esteve por anos em conflito com a Fifa, distribuindo duras críticas e chamando a entidade de máfia. Após a saída de Joseph Blatter da presidência, Maradona apoiou o príncipe jordaniano Ali bin al-Hussein e acusou Infantino de "traidor".

As diferenças entre El Pibe e o presidente da Fifa foram superadas depois que ambos se reuniram em Paris, em meados de junho. "Não, não tenho nenhum problema [com ele]", afirmou Maradona, em janeiro, após a festa anual da Fifa que elege o melhor jogador do mundo.

PV/efe/dpa

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