Latino-americanos na Documenta 2017 | Cultura europeia, dos clássicos da arte a novas tendências | DW | 16.08.2017
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Cultura

Latino-americanos na Documenta 2017

De um "Partenon de Livros Proibidos" a performances que tematizam a violência contra mulheres e a crise migratória: Documenta 14 conta com forte presença de artistas da América Latina. Pela primeira vez em décadas, no entanto, a mostra não trouxe nenhum brasileiro a Kassel.

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Na maior mostra mundial da arte contemporânea, que acontece a cada cinco anos em Kassel, na Alemanha, a presença latino-americana talvez nunca tenha sido tão evidente quanto neste ano, principalmente de artistas da Argentina, México, Guatemala, Cuba e Colômbia.

Coroando a exposição está o trabalho da artista argentina Marta Minujín, "O Paternon de livros", uma reprodução em tamanho real do templo na Acrópole de Atenas, feita em estrutura metálica e revestida de livros que, em algum momento, foram censurados por regimes autoritários ao redor do mundo.

A lista de artistas latino-americanos na Documenta deste ano é grande, mas pela primeira vez em décadas, a mostra não convidou nenhum brasileiro para expor em Kassel.