EUA ameaçam Coreia do Norte com ″resposta maciça″ | Notícias internacionais e análises | DW | 28.10.2017
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Mundo

EUA ameaçam Coreia do Norte com "resposta maciça"

Secretário de Defesa americano, James Mattis, diz que qualquer ataque de Pyongyang contra seu país ou aliados será derrotado. Washington e Seul reforçam cooperação militar.

Secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, na Coreia do Sul

Secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, na Coreia do Sul

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, advertiu neste sábado (28/10) a Coreia do Norte que qualquer ataque nuclear ao território do seu país ou ao dos seus aliados receberá uma "resposta militar maciça".

"Não se enganem, qualquer ataque aos Estados Unidos ou a seus aliados, será derrotado", disse Mattis ao final da reunião consultiva que Washington e Seul realizam anualmente. Ele também afirmou que "qualquer uso de armas nucleares encontrará uma resposta militar maciça".

"A Coreia do Norte aumentou suas ameaças e acelerou seus programas de armas inutilmente", afirmou Mattis, advertindo que, em caso de ataque, o Exército de Pyongyang não seria rival para a defesa combinada de Washington e Seul.

Mattis afirmou que a aliança das duas potências é a "pedra fundamental" dos esforços para resistir os atos desestabilizadores da Coreia do Norte, que está reduzindo sua própria segurança com ameaças nucleares.

Mattis se mostrou, apesar disso, contra a multiplicação de armas nucleares táticas na Coreia, lembrando os esforços globais pela não proliferação deste tipo de força, cujo máximo expoente, a Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares, foi ganhou o Nobel da Paz deste ano.

Ele ressaltou que a diplomacia continua a ser a alternativa preferida. "Mas nossos diplomatas são mais efetivos quando são suportados por força militar”, alertou.

O ministro da Defesa sul-coreano, Song Young Moo, afirmou, durante coletiva conjunta com Mattis, que ambos concordaram em cooperar ainda mais no fortalecimento das capacidades de defesa de Seul. Ele disse que as medidas incluiem o aumento dos limites da carga útil dos mísseis convencionais da Coreia do Sul e o apoio à aquisição, por parte do país, de equipamentos militares mais avançados.

O presidente dos EUA, Donald Trump, fará sua primeira visita presidencial à Coreia do Sul na próxima semana, como parte de sua turnê na Ásia, que também inclui Japão, China, Vietnã e Filipinas. Espera-se que ele use a visita para abordar preocupações sobre a Coreia do Norte, ele fará discurso no Parlamento da Coreia do Sul e visitará uma base militar dos EUA no país.

MD/efe/ap/rtr/afp/dpa

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