Consórcio entrega Filarmônica do Elba em Hamburgo | Cultura europeia, dos clássicos da arte a novas tendências | DW | 31.10.2016
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Cultura

Consórcio entrega Filarmônica do Elba em Hamburgo

Depois de mais de nove anos em obras e explosão nos custos do projeto, Filarmônica do Elba fica pronta. Concerto inaugural acontece em janeiro, e espaço já é considerado um dos melhores do mundo em termos de acústica.

Luzes exibem pronto em fachada da Elbphilharmonie

Luzes exibem "pronto" em fachada da Elbphilharmonie

No início da noite, luzes foram acesas na fachada da Filarmônica do Elba (Elbphilharmonie), em Hamburgo, mostrando a palavra fertig (pronto). Depois de nove anos e meio em construção, o consórcio responsável pela obra, Hochtief, entregou nesta segunda-feira (31/10) oficialmente o prédio à prefeitura da cidade.

"Com a Filarmônica do Elba, Hamburgo recebeu uma construção impressionante, cuja arquitetura não pode mais ser abstraída da imagem da cidade", destacou o prefeito Olaf Scholz.

A Filarmônica do Elba abriga não somente uma sala de concerto, mas também um hotel e apartamentos de luxo. A Plaza da Elbphilharmonie, um belvedere, será inaugurada e aberta ao público na sexta-feira. 

Sala de concerto tem capacidade para 2.150 pessoas

Sala de concerto tem capacidade para 2.150 pessoas

O concerto de inauguração está previsto para os dias 11 e 12 de janeiro de 2017. Embora nenhuma nota tenha sido oficialmente tocada na sala de concerto, com capacidade para 2.150 pessoas, ela já é considerada uma das dez melhores do mundo.

Explosão no orçamento

Depois de um início difícil, todos os envolvidos no projeto fizeram um trabalho extraordinário, disse Scholz. O prefeito se referiu aos atrasos nas obras e a explosão do valor do projeto, inicialmente orçado em 77 milhões de euros, mas que custou, no final, 789 milhões de euros.

O ex-prefeito de Hamburgo Ole von Beust, que governou a cidade entre 2001 e 2010, aproveitou a entrega da obra para destacar que ele foi o responsável pela Filarmônica do Elba ter saído do pape. No entanto, disse que estaria mais feliz se o projeto tivesse sido mais barato e ficado pronto antes.

CN/dpa/ots

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