Companhias aéreas cancelam voos para a China devido a coronavírus | Notícias e análises sobre a economia brasileira e mundial | DW | 29.01.2020
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Mundo

Companhias aéreas cancelam voos para a China devido a coronavírus

Lufthansa e British Airways são as primeiras europeias a suspender todos os seus voos para o país asiático por causa do surto. A empresa alemã confirmou que transportou pessoa suspeita de estar infectada.

As empresas aéreas British Airways e Lufthansa, entre outras, anunciaram nesta quarta-feira (29/01) que suspenderam todos seus voos para e da China continental, em meio ao surto de coronavírus iniciado na província de Hubei. Nesta quinta-feira, o número de mortos pelo vírus foi atualizado para 170, e o de casos confirmados, para mais de 7,7 mil.

A suspensão da Lufthansa vale até 9 de fevereiro e afeta também subsidiárias, como a Austrian Airlines e a Swiss. Os voos para Hong Kong não são afetados pela decisão. A Lufthansa e suas subsidiárias têm 73 voos para e da China por  semana.

A Lufthansa também confirmou que um passageiro de um voo de Frankfurt para Nanquim, nesta quarta-feira, foi classificado, pelas autoridades chinesas, como suspeito de estar infectado pelo coronavírus. O chinês teria tossido a bordo do avião e esteve em Wuhan, o epicentro do surto, duas semanas antes.

Não está claro se ele de fato está infectado, mas todos os passageiros que estavam perto dele, incluindo três fileiras atrás e três na frente, foram examinados pelas autoridades chinesas, assim como a tripulação do avião, um Airbus A340, comunicou a Lufthansa. Todos foram liberados pelos médicos.

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Coronavírus paralisa cidade chinesa

A empresa indonésia Lion Air, uma das maiores da Ásia, comunicou que vai suspender seus voos para a China a partir deste sábado. A Lion Air tem conexões para 15 destinos no país.

A americana United Airlines comunicou nesta terça-feira que reduzirá os serviços a partir dos EUA para a China em razão de uma enorme queda na procura por passagens, após um alerta das autoridades de saúde dos EUA para que a população evitasse viagens que não fossem essenciais.

A American Airlines afirmou que não terá conexões de Los Angeles para Xangai e Pequim de 9 de fevereiro a 27 de março, também devido à queda na procura por bilhetes.

A Air France interrompeu três voos semanais para Wuhan, mas manteve outros 23 para Pequim e Xangai.

Entre as outras empresas que anunciaram decisões semelhantes estão a Ukraine International Airlines, a Skyup Airlines, a Air Austral, a Air India e a Seoul Air. As autoridades do Cazaquistão ordenaram a suspensão de conexões com a China por avião, trem e ônibus.

Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha desaconselham seus cidadãos a viajar para China. Nesta quarta-feira, centenas de japoneses e americanos foram retirados de Wuhan, no centro de China, onde o surto do novo coronavírus começou em dezembro.

AS/afp/dpa

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