Benjamin Netanyahu tem vitória apertada em Israel | Notícias internacionais e análises | DW | 23.01.2013

Conheça a nova DW

Dê uma olhada exclusiva na versão beta da nova DW. Sua opinião nos ajudará a torná-la ainda melhor.

  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages
Publicidade

Mundo

Benjamin Netanyahu tem vitória apertada em Israel

Blocos de direita, do premiê, e de oposição empatam na votação, com 60 assentos no Parlamento cada. Analistas preveem que Netanyahu terá de buscar aliança com o centro para formar ampla coalizão.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, saiu das eleições parlamentares desta terça-feira (22/01) enfraquecido, mas ainda melhor colocado para formar um novo governo. Em um resultado surpreendente, o centrista Yesh Atid tornou-se o segundo partido mais forte no parlamento, indicando que o premiê provavelmente terá de aliar-se à facção.

Na manhã desta quarta-feira, com 99,5% dos votos contados, o comitê eleitoral israelense informou que a lista comum formada pelo partido Likud, de Netanyahu, e o nacionalista Israel Beiteinu, do ex-ministro do Exterior Avigdor Lieberman, conquistou 31 dos 120 assentos parlamentares.

O partido nacionalista religioso Casa Judaica ficou com 11 assentos, assim como o ultraortodoxo Shas. O Judaísmo Unido da Torá conquistou sete assentos, somando, assim, 60 lugares para o bloco conservador de direita de Netanyahu.

Isso significa que as eleições resultaram em empate entre os dois blocos políticos dominantes, tendo o de oposição de centro-esquerda conquistado os outros 60 assentos do parlamento. O partido Yesh Atid, formado há cerca de um ano pelo jornalista Yair Lapid, foi o primeiro mais votado do bloco e o segundo mais votado no geral, com 19 assentos.

Os demais assentos do bloco foram assim distribuídos: 15 para o Partido Trabalhista, seis para o HaTnuah, seis para o Meretz, dois para o Kadima e 12 para os três partidos árabes israelenses combinados.

Apesar de a divisão equitativa entre os dois blocos políticos significar que a centro-esquerda poderia tentar impedir Netanyahu de formar um governo, sua forte presença o mantém bem colocado para formar uma ampla coalizão, apontam analistas.

LPF/afp/dapd/lusa
Revisão: Francis França

Leia mais