Biden assina 17 decretos e reverte políticas de Trump | Internacional – Alemanha, Europa, África | DW | 21.01.2021

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Internacional

Biden assina 17 decretos e reverte políticas de Trump

O recém empossado Presidente dos EUA aprovou uma série de medidas de imigração no âmbito do pacote de 17 ordens executivas. O plano de Bidem prevê a regularização de 11 milhões de imigrantes sem documentos.

Para Joe Biden não há tempo a perder e mostra que chega à Casa Branca com o "trabalho de casa" feito. Horas depois da cerimónia de tomada de posse, Biden assinou as primeiras medidas como novo Presidente dos Estados Unidos da América.

Trata-se de um pacote de 17 ordens executivas e memorandos que visam desmantelar as principais e mais "danosas" políticas da administração de Trump. Entre as novas medidas estão setores como as imigrações, a pandemia, mudanças climáticas, igualdade racial e LGBT e economia.

Depois de receber duras críticas durante as primárias democráticas pelas deportações em massa da administração Barack Obama, da qual foi vice-presidente, Biden começa o mandato com forte aposta nas imigrações.

Anunciou na noite de quarta-feira, (20.01), a suspensão de 100 dias das deportações de imigrantes, embora com algumas exceções, de acordo com um comunicado do Departamento de Segurança Interna (DHS).

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Biden apresentou também um plano de imigração que prevê a regularização de 11 milhões de imigrantes sem documentos, embora dependa do poder legislativo. A ser aprovado, representaria a maior reforma da imigração desde o governo do republicano Ronald Reagan (1981-1989), que legalizou três milhões de imigrantes sem documentos em 1986.

O reforço do programa para jovens sem documentos conhecidos como "sonhadores", a revisão das prioridades na detenção de imigrantes, o fim da proibição que impedia viagens de vários países (predominantemente muçulmanos e africanos) aos Estados Unidos também constam do pacote de medidas. 

Biden também suspendeu a construção do muro de fronteira com o México. A ordem inclui uma "rescisão imediata” da declaração nacional de emergência que permitiu ao governo de Trump redirecionar bilhões de dólares para a construção.

A par das imigrações, listam no pacote assinado por Biden, medidas como a reentrada dos EUA nos acordos climáticos de Paris, restabelecimento dos laços do país com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a suspensão do programa "Stay in Mexico", entre outras.

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