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Mundo

Lufthansa confirma traslado de mortos do voo 4U-9525

Sob pressão dos familiares, restos mortais das vítimas do voo 4U-9525 da Germanwings serão transportados como previsto na próxima semana. Antes, empresa havia anunciado atraso no traslado dos corpos.

A repatriação dos restos mortais das vítimas do voo 4U-9525 da Germanwings, que caiu nos Alpes franceses em março, vai se iniciar como previsto na próxima semana, anunciou nesta sexta-feira (05/06) a Lufthansa, da qual a Germanwings é subsidiária.

Na quinta-feira, a Germanwings informara que, devido a uma série de erros nos atestados de óbito, os restos mortais não seriam transportados da França para Düsseldorf nos dias 9 e 10 de junho, como planejado.

No entanto, sob pressão dos familiares das vítimas, a empresa aérea alemã retrocedeu, declarando nesta sexta-feira que um voo especial transportará 30 caixões fúnebres de Marselha para Düsseldorf na próxima terça-feira. De acordo com a Lufthansa, outros restos mortais serão trasladados até o final de junho.

Diante do possível adiamento dos funerais, o advogado Elmar Giemulla, cujos clientes incluem os parentes de 16 estudantes alemães que morreram no desastre, afirmou que "a raiva e o desespero" estava crescendo entre os familiares.

Anteriormente, Giemulla havia dito ao jornal Bild que, para muitos parentes, a repatriação dos restos mortais seria "o final físico do primeiro capítulo na catástrofe" e que muitos familiares estariam "fixados psicologicamente nessa data", tendo agora caído numa "catástrofe emocional".

Giemulla atribuiu a mudança de atitude da Lufthansa às reportagens da mídia e à atuação do Ministério alemão do Exterior. O advogado declarou ao jornal Westdeutsche Allgemeine Zeitung que os primeiros sepultamentos vão ser realizados nas próximas quinta e sexta-feira.

Todas as 150 pessoas a bordo do voo 4U-9525 morreram quando o avião caiu nos Alpes franceses no dia 24 de março. De acordo com investigações, o copiloto Andreas Lubitz derrubou deliberadamente a aeronave que voava de Barcelona a Düsseldorf. Cerca de metade das vítimas era de nacionalidade alemã.

CA/dpa/afp

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