Trópicos em Berlim | Cultura europeia, dos clássicos da arte a novas tendências | DW | 16.09.2008
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Cultura

Trópicos em Berlim

Da exposição no Martin-Gropius-Bau fazem parte obras de 14 brasileiros. Artistas e especialistas participam de debates acerca da "arte do sul" do planeta.

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'Sampa', de Beatriz Milhazes

Com curadoria de Alfons Hug (diretor do Instituto Goethe do Rio de Janeiro), Peter Junge e Viola König (Museu Etnológico de Berlim), a mostra Trópicos. Visão do centro do globo reúne 85 obras de 40 artistas contemporâneos, entre eles 14 brasileiros. A mídia alemã, até agora, tem destacado as reproduções fotográficas de Caio Reisewitz e o trabalho multimídia de Roberto Calbot.

Franz Ackermann, Hans-Christian Schink, Andreas Gurski, Thomas Struth, Julian Rosefeldt e Candida Höfer, entre outros, são artistas alemães que participam da mostra. Todos viajaram em diversas ocasiões por Brasil, Venezuela, Guatemala ou Peru, muitas vezes a convite do Instituto Goethe.

Teatro, cinema e debates

O grupo de artistas Frente 3 de Fevereiro, a coreógrafa argentina radicada em Berlim Constanza Macras (com a peça Paraíso sem Consolação, em alusão aos bairros de São Paulo), uma palestra do sociólogo Sérgio Costa e noites com DJs brasileiros compõem outros pilares do projeto Trópicos.

No cinema Arsenal, uma mostra de filmes faz uma "expedição cinematográfica aos trópicos'", exibindo 12 longas de Robert Siodmak, Jean Renoir, Luis Buñuel e Werner Herzog, entre outros. Além do elogiado Serras da Desordem (2006), de Andrea Tonacci. Em outubro, o Instituto Ibero-Americano, que organiza parte do programa paralelo, deverá sediar uma série de palestras e discussões sobre a obra do cineasta Glauber Rocha. (sv)

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