Temer ordena envio de força-tarefa ao Ceará | Notícias e análises sobre os fatos mais relevantes do Brasil | DW | 18.02.2018
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Brasil

Temer ordena envio de força-tarefa ao Ceará

Após assassinato de um dos chefes de facção criminosa em reserva indígena cearense, presidente determina despacho de agentes da Polícia Federal e da Força Nacional para combater crime organizado no estado.

Brasilien Strafvollzug Gefängnis in Natal (picture-alliance/dpa/N. Douglas)

Agentes da Polícia Federal e Força Nacional fazem parte da força-tarefa

O presidente Michel Temer determinou neste domingo (18/02) o envio de uma força-tarefa formada por agentes da Polícia Federal (PF) e da Força Nacional para combater o crime organizado no Ceará.

O grupo de policiais que integra a força-tarefa é formado por 26 homens da Polícia Federal e dez da Força Nacional e embarcará, às 22h, na Base Aérea de Brasília, para Fortaleza. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, também viajará para a operação. A força-tarefa vai atuar em conjunto com a Polícia Militar do estado. 

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Um dos motivos para a intensificação nas ações de segurança que já estavam sendo realizadas no estado é o assassinato do traficante Rogério Jeremias de Simone, vulgo Gegê do Mangue, um dos líderes da facção criminosa de São Paulo PCC (Primeiro Comando da Capital) e que estava foragido.

O corpo de Gegê do Mangue foi encontrado numa reserva indígena no Ceará, segundo informações do oficial Marcio Sérgio Christino ao portal de notícias G1. Junto a Gegê estava o corpo de outro membro da organização criminosa PCC, Fabiano Alves de Souza, conhecido popularmente como Paca. Os dois foram assassinados na noite de sexta-feira, mas encontrados apenas no sábado. 

A polícia está investigando a hipótese de uma execução por parte de um grupo criminoso rival ou de um ajuste de contas dentro do próprio PCC, uma organização poderosa comandada a partir das prisões de São Paulo e com ramificações em quase todos os estados do Brasil e em países como Paraguai e Bolívia.

Gegê do Mangue era considerado pelo Ministério Público de São Paulo como o número três hierarquia de comando do PCC e suspeita que ele era um dos encarregados por controlar o tráfico de droga no Paraguai. 

CA/abr/lusa

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