Só 15% na Alemanha creem que seleção do país ganhará Copa
8 de junho de 2026
A grande maioria dos alemães não tem esperança que sua seleção nacional vença a próxima Copa do Mundo, segundo uma pesquisa da emissora pública alemã ZDF.
De acordo com a sondagem Politbarometer divulgada na última sexta-feira (05/06), apenas 15% acreditam que a equipe alemã triunfará no torneio, que vai ocorrer nos Estados Unidos, Canadá e México, enquanto 72% demonstram ceticismo.
Após a eliminação da equipe na fase de grupos nos dois torneios anteriores, 3% acreditam que a Alemanha será novamente eliminada antes das oitavas de final.
Cerca de 15% preveem uma eliminação nas oitavas de final, enquanto 33% esperam que a equipe chegue às quartas de final.
Outros 15% acreditam que a Alemanha cairá nas semifinais, e 2% esperam uma derrota na final, em 19 de julho.
Tetracampeã do mundo, a seleção alemã ganhou a Copa pela última vez em 2014, no Brasil, e nos dois últimos torneios, em 2018 e 2022, teve desempenho vexaminoso, sendo eliminada ainda na fase de grupos.
Ceticismo em relação à Fifa
A Fifa, órgão que rege o futebol mundial, também tem um desempenho ruim na pesquisa.
Nada menos que 90% dos alemães consideram justificada a acusação de que a entidade está mais preocupada com dinheiro e comércio do que com o esporte em si. Apenas 4% têm uma opinião diferente.
Alemães estreiam contra Curaçao
A Copa do Mundo contará com 48 seleções pela primeira vez, com a fase eliminatória começando com 32 equipes, o que também é uma novidade.
A seleção alemã, comandada pelo técnico Julian Nagelsmann, estreia em 14 de junho contra o time da pequeno país caribenho de Curaçao, equipe considerada azarona.
Os outros adversários da Alemanha na fase de grupos são Costa do Marfim e Equador.
No último amistoso preparatório para a Copa, jogado contra os Estados Unidos em Chicago, o time alemão saiu vitorioso, vencendo os americanos por 2 a 1.
A pesquisa foi realizada pelo instituto Wahlen, sediado em Mannheim, entre os dias 1 e 3 de junho, com participação de 1.274 entrevistados.
md (DPA, AFP)