Steinmeier assegura apoio a novo governo libanês | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 01.06.2008
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Mundo

Steinmeier assegura apoio a novo governo libanês

O ministro alemão do Exterior, Frank-Walter Steinmeier, inicia sua viagem ao Oriente Médio pelo Líbano, apelando por estabilidade no país que recentemente ameaçado por uma nova guerra civil.

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Frank-Walter Steinmeier e Michel Suleiman

O ministro alemão do Exterior, Frank-Walter Steinmeier, assegurou ao novo presidente libanês, uma semana antes de sua posse, o apoio da Europa e da Alemanha. Tudo terá que ser feito para impedir um retorno à violência e à guerra, apelou o ministro no domingo (01/06), em Beirute, primeira estação de sua viagem ao Oriente Médio.

Steinmeier elogiou a capacidade de negociação da Liga Árabe, à qual ele atribui os progressos na estabilização política no Líbano. Além de garantir a participação das Alemanha nas tropas das Nações Unidas no país (Unifil), o ministro alemão também ofereceu ao governo em Beirute auxiliar a vigilância de fronteiras e ampliar a cooperação econômica.

Em relação aos conflitos agravados ao longo de 18 meses de crise constitucional, Steinmeier declarou: "Esperamos que esse cenário assustador leve os partidos e grupos políticos a enxergar que, apesar das divergências, todos são libaneses e só têm este país".

Frágil estabilidade

Steinmeier conclamou todas as facções políticas libanesas a assinarem o acordo acertado entre governo e oposição em Doha, no dia 21 de maio. Uma parte do acordo prevê que todas as partes abdiquem da violência e do uso de armas como meio de solução dos conflitos internos do país.

No início de maio, a duradoura crise política libanesa culminou em derramamento de sangue, ameaçando desencadear uma nova guerra civil no país. Os confrontos fizeram 65 mortos.

Após encontro com o presidente Michel Suleiman e com o premiê Fuad Siniora, Steinmeier declarou que todos estão aliviados com o consenso acertado em Doha. Agora os partidos deverão travar um diálogo nacional sobre suas principais divergências.

O cristão Michel Suleiman, comandante do Exército, assumiu a presidência no lugar de Emile Lahoud, que renunciara em novembro passado, após a oposição pró-síria e o governo pró-ocidental terem chegado a um acordo. Steinmeier declarou esperar a normalização das relações entre o Líbano e a Síria.

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