Rede hoteleira vai pagar US$ 800 milhões para vítimas de massacre | Notícias internacionais e análises | DW | 03.10.2019
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Estados Unidos

Rede hoteleira vai pagar US$ 800 milhões para vítimas de massacre

MGM Resorts fecha acordo para encerrar ações judiciais relacionadas ao massacre de Las Vegas. Em 2017, atirador armazenou armas em hotel do grupo e matou 58 pessoas.

USA Massenmord in Las Vegas (Reuters/M. Blake)

Em 2017, Stephen Paddock matou 58 e feriu 869 pessoas ao atirar a partir da janela do seu quarto

O grupo hoteleiro MGM Resorts informou nesta quinta-feira (03/10) que vai pagar 800 milhões de dólares para encerrar ações judiciais de vítimas do massacre de outubro de 2017 em Las Vegas.

O MGM Resorts é proprietário do hotel Mandalay Bay, onde Stephen Paddock, um ex-contador de 64 anos, entrou com um arsenal – inclusive armas de grosso calibre – sem levantar suspeitas dos funcionários de segurança do estabelecimento.

Paddock disparou mais de mil tiros de seu quarto no 32º andar contra um festival de música country, que ocorria nas cercanias do hotel, matando 58 e ferindo 869 pessoas.

As vítimas do massacre mais violento da história recente dos Estados Unidos processaram o grupo MGM por negligência, ao permitir que o assassino armazenasse essa quantidade de armas e munições em seu hotel.

Em um comunicado, o grupo hoteleiro, que tem vários hotéis na cidade, informou que o acordo extrajudicial deve chegar a 800 milhões de dólares, dependendo do número de demandantes que decidirem aderir e abandonar seus processos contra a rede.

"Nossa meta sempre foi resolver esses assuntos para que nossa comunidade, as vítimas e suas famílias possam avançar em seu processo de recuperação", disse Jim Murren, presidente da MGM, que esclareceu que o acordo não representa nenhuma aceitação de responsabilidade na tragédia.

"Sempre pensamos que os litígios prolongados em torno desses assuntos não beneficiam ninguém. Esperamos sinceramente que este acordo evite esse cenário."

O advogado das vítimas, Robert Eglet, considerou que o acordo é "o melhor resultado" e traz "o maior benefício para os afetados".

JPS/afp/ots

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