Presídios de São Paulo têm rebeliões e fugas devido a coronavírus | Notícias e análises sobre os fatos mais relevantes do Brasil | DW | 17.03.2020
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Coronavírus

Presídios de São Paulo têm rebeliões e fugas devido a coronavírus

Segundo a Polícia Militar, mais de 1.300 presos escaparam. Fugas e revoltas ocorreram por suspensão de saída de presos em regime semiaberto devido a temores de contágio pelo vírus.

Detento anda em corredor de presídio, acompanhado de dois agentes. Ele pode ser visto atrás de uma porta gradeada.

CGJ decidiu suspender temporariamente saída de detenos por temer coronavírus

Centenas de presos no estado de São Paulo fugiram na tarde de segunda-feira (16/03) após a Corregedoria Geral de Justiça (CGJ) suspender a saída temporária de presos em regime semiaberto, prevista para acontecer nesta terça-feira.

A decisão foi tomada porque as autoridades temem que os mais de 34 mil detentos do semiaberto voltem às prisões infectados pelo coronavírus Sars-Cov-2, transmitindo o patógeno aos demais presos.

Detentos nas unidades de Mongaguá, Tremembé, Porto Feliz, Sumaré e Mirandópolis reagiram com rebeliões. Segundo a Polícia Militar, mais de 1.300 presos escaparam. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra vários detentos correndo pelas ruas de Mongaguá, na Baixada Santista.

De acordo com informações do portal UOL, a ordem para as rebeliões, que se estenderam noite adentro, teria sido dada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores organizações criminosas do país.

Equipes da PM estavam fazendo rondas em Mongaguá e na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega para tentar recapturar os presos. A Secretaria de Segurança Pública divulgou que 41 detentos da unidade prisional de Mongaguá teriam sido recapturados, de onde cerca de 400 teriam escapado.

RK/dpa/ots

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