Piñera assume presidência do Chile | Notícias sobre a América Latina e as relações bilaterais | DW | 11.03.2018
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América Latina

Piñera assume presidência do Chile

No cargo pela segunda vez, conservador promete priorizar fortalecimento da economia e revisar principais reformas da antecessora, como tributária, trabalhista e educacional.

Sebastian Piñera e Michelle Bachelet

Sebastian Piñera sucede a socialista Michelle Bachelet, que participou da cerimônia de posse

O conservador Sebastián Piñera, de 68 anos, tomou posse neste domingo (11/03) na presidência do Chile para um mandato que vai até 2022. Ele assumiu com a promessa de fortalecer a economia chilena e alterar as principais reformas de sua antecessora, a socialista Michelle Bachelet.

Piñera, de 68 anos, retorna ao Palácio de la Moneda depois de governar o país de 2010 a 2014, na ocasião marcando o primeiro triunfo de um candidato conservador depois de 20 anos de governos de centro-esquerda.

A cerimônia de posse, realizada em Valparaíso, contou com a presença de chefes de Estado da América Latina, entre os quais o presidente Michel Temer, que estava acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes.

Piñera ganhou as eleições de 2017 com a promessa de eficiência na gestão e de colocar o Chile no caminho do crescimento, um discurso parecido com o que o levara à vitória no pleito de 2009. Uma das suas tarefas mais urgentes será tentar reanimar a economia, que durante a última gestão de Bachelet cresceu com média anual de 2,1%.

Piñera navegará com o vento a favor. O fortalecimento do comércio internacional e a alta do preço do cobre melhoraram as perspectivas para a economia chilena mesmo antes de ele assumir a presidência, embora ele tenha planejado medidas adicionais. Uma delas é diminuir o imposto sobre as empresas, mantendo a arrecadação tributária, para favorecer a atividade econômica e a criação de empregos.

O novo presidente declarou que não chega com uma escavadeira para demolir o legado de Bachelet, mas avisou que tomará as medidas necessárias para "melhorar" algumas das principais reformas promovidas por sua antecessora, como a tributária, a trabalhista e a educacional.

Em nota, o Itamaraty afirmou que o Brasil é o principal destino dos investimentos chilenos no mundo, com estoque de 31 bilhões de dólares, e seu primeiro parceiro comercial na América do Sul. O Chile, por sua vez, é o segundo parceiro comercial do Brasil na região, com intercâmbio comercial da ordem de 8,5 bilhões de dólares em 2017.

AS/efe/abr/dpa

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