Papa pede solução pacífica e democrática na Venezuela | Notícias sobre a América Latina e as relações bilaterais | DW | 02.07.2017
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América Latina

Papa pede solução pacífica e democrática na Venezuela

Após oração dominical do Angelus, pontífice diz que reza pelo país latino-americano e expressa "proximidade com as famílias que perderam os filhos em manifestações".

Papa Francisco durante oração dominical do Angelus, em foto de arquivo

Papa Francisco durante oração dominical do Angelus, em foto de arquivo

O papa Francisco pediu neste domingo (02/07) uma "solução pacífica e democrática" para a Venezuela, por ocasião das comemorações da independência do país, a ocorrerem na próxima quarta-feira.

Diante dos fiéis reunidos na Praça de São Pedro, que assistiram à habitual oração do Angelus, o pontífice disse que reza "por esta querida nação" e expressou a sua "proximidade com famílias que perderam os filhos em manifestações na rua". "Faço um apelo para que se acabe com a violência e se encontre uma solução pacífica e democrática para a crise", disse. "Que Nossa Senhora de Coromoto interceda pela Venezuela!", concluiu o pontífice, que rezou uma Ave Maria com as milhares de pessoas que o ouviam, ao aludir à padroeira do país.

No começo do mês passado, o papa recebeu no Vaticano os membros da Direção da Conferência Episcopal da Venezuela (CEV), formada por seis bispos, depois que eles lhe pediram uma audiência para informá-lo sobre a situação do país. O papa já instou em várias ocasiões à resolução da crise que vive a Venezuela. 

Neste domingo não foi a primeira vez que ele se referiu, depois da oração do Angelus, à situação na Venezuela. Já em abril, ele fizera um apelo para se evitar "toda a violência" e defendeu a procura de "soluções políticas" no país.

Há semanas o país é abalado por protestos contra o governo do presidente Nicolás Maduro, após o Tribunal Supremo de Justiça, controlado pelo chavismo, ter decidido assumir as competências da Assembleia Nacional, dominada pela oposição desde 2015. Segundo a ONG Foro Penal, cerca de 80 pessoas já foram mortas nos protestos.

MD/lusa/efe/kna

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