Opositor russo Alexei Navalny deixa a prisão | Notícias internacionais e análises | DW | 14.10.2018
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Mundo

Opositor russo Alexei Navalny deixa a prisão

Crítico do Kremlin sai da cadeia após sucessivas condenações por manifestações não autorizadas. Blogueiro de 42 anos fora preso há 20 dias, pouco depois de ser solto após um mês de detenção.

Oposicionista russo Alexei Navalny sai da prisão, ainda de madrugada

Oposicionista russo Alexei Navalny sai da prisão

O líder opositor russo Alexei Navalny foi libertado neste domingo (14/10) depois de passar 20 dias na prisão, após duas sucessivas condenações por organizar manifestações anti-Kremlin não autorizadas.

Navalny postou na manhã deste domingo no Twitter uma foto em que pode ser visto deixando uma prisão em Moscou, ainda na penumbra. "Olá para todos. Eu senti falta de vocês", diz o texto que acompanha a imagem.

Em 24 de setembro, o blogueiro de 42 anos havia sido detido pouco depois de deixar a cadeia, onde já havia passado 30 dias preso, também devido a uma manifestação não autorizada.

Após ser solto, Navalny disse a jornalistas que não se deixa intimidar por suas prisões. Ele afirmou que durante os 50 dias em que passou na prisão "muitas provas puderam ser vistas de que o regime se encontra em queda".

O oposicionista havia convocado manifestações contra uma controversa reforma do sistema previdenciário no começo de setembro.

Milhares de pessoas participaram das passeatas em 25 cidades, incluindo Moscou e São Petersburgo. O próprio Navalny não esteve presente nos atos, porque cumpria 30 dias de detenção por causa de outra manifestação, realizada em janeiro.

A lei de reforma previdenciária, que define um maior tempo de trabalho para os russos, já foi assinada pelo presidente Vladimir Putin.

Alexei Navalny tornou-se a principal figura da oposição russa após grandes manifestações ocorridas em 2011 e 2012, marcadas por uma retórica anticorrupção.

O russo, que foi impedido de participar da eleição presidencial em março, já havia sido preso por um mês, em junho, após organizar protestos contra o presidente Vladimir Putin, antes de este tomar posse em maio para um quarto mandato.

MD/lusa/dpa/rtr

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