Mercado reduz previsão de crescimento do PIB para 0,93% | Notícias e análises sobre a economia brasileira e mundial | DW | 17.06.2019
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Economia

Mercado reduz previsão de crescimento do PIB para 0,93%

Pela primeira vez, analistas de instituições financeiras estimam crescimento econômico abaixo de 1% em 2019. Essa foi a 16ª queda consecutiva do indicador, enquanto inflação deve chegar a 3,84% neste ano.

Notas de Real

Além de queda no PIB, analistas preveem redução da inflaçao

O mercado financeiro diminuiu a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – em 2019 de 1% para 0,93%, de acordo com o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (17/06) pelo Banco Central (BC).

Essa foi a primeira vez que o relatório realizado por analistas de mais de 100 instituições financeiras aponta uma expectativa de crescimento econômico abaixo de 1%. Foi também a 16ª queda consecutiva do indicador.

O Focus também reduziu a previsão de crescimento do PIB para 2020, passando de 2,23% para 2,20%, sendo essa a segunda queda no indicador. Para 2021 e 2022, a estimativa permanece em 2,50%.

A estimativa do mercado financeiro está bem abaixo da previsão de crescimento divulgada em maio pelo Ministério da Economia, que ficou em 1,6%. Na avaliação do governo, também houve uma redução do PIB previsto anteriormente que era de 2,2%.

Além do crescimento econômico, o mercado financeiro divulgou estimativas para a inflação, que diminuiu de 3,89% para 3,84% neste ano. Essa é a terceira queda consecutiva na previsão. A meta da inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Os analistas mantiveram a previsão da inflação em 4% para 2020 e em 3,75% para 2021 e 2022.

O mercado financeiro prevê uma redução da taxa básica anual de juros, a Selic, de 6,5% ao ano para 5,75%. Analistas acreditam que a taxa, que já está no menor nível alcançado desde o início da série histórica do Banco Central, há 32 anos, comece a ser cortada a partir de setembro. A Selic é a principal arma usada pelo governo para conter a alta dos preços.

CN/abr/ots

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