Maias usavam sal como moeda, diz estudo | Novidades da ciência para melhorar a qualidade de vida | DW | 08.10.2018
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages
Publicidade

Arqueologia

Maias usavam sal como moeda, diz estudo

Pesquisa revela que maias produziam e armazenavam sal há mais de mil anos. Produto era usado na conservação de peixes e carnes.

Tikal, na Guatemala

Tikal, na Guatemala, era um dos locais onde sal produzido na costa de Belize era trocado

Os maias não somente produziam e armazenam sal há mais de mil anos, como também o usavam como moeda na troca por outros produtos, afirmou um estudo publicado nesta segunda-feira (08/10).

De acordo com o estudo, os maias utilizavam o método tradicional de ferver a salmoura em salinas de madeira para obter o sal. Essa técnica foi aplicada em diversas partes do mundo antigo e em períodos posteriores.

O sal era utilizado pelos maias na conservação de alimentos, principalmente de carne e peixe. Segundo Heather McKillop, uma das autoras da pesquisa, marcas microscópicas descobertas em ferramentas encontradas em Belize indicam esse uso.

Publicado na revista especializada PNAS, o estudo de pesquisadores da Universidade da Louisiana (LSU) analisou restos de ferramentas de pedras encontradas em Belize. A descoberta de restos de mais de 4 mil postes de madeira num local chamado Salinas de Paynes Creek indicou a maneira como os maias produziam e utilizavam o sal.

O sal era produzido tanto para o consumo local, quanto para a troca por outros produtos. Neste caso, eram feitos blocos do mineral para facilitar as transações. Além do sal, os maias utilizavam também tecidos e cacau como moeda.

Para a troca, os maias desta região viajavam em canoas ao longo da costa ou por rios para chegar aos mercados das grandes cidades da época, como Caracol e Tikal, e de outras comunidades.

CN/efe/ots

----------------

A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas. Siga-nos no Facebook | Twitter | YouTube | WhatsApp | 

App | Instagram | Newsletter

Leia mais

Áudios e vídeos relacionados