Líder socialista espanhol Pedro Sánchez renuncia | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 01.10.2016
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Espanha

Líder socialista espanhol Pedro Sánchez renuncia

Após perder votação por 133 votos contra 107, líder do PSOE anuncia renúncia, pedindo coesão e prometendo lealdade à nova direção da legenda. Espanha se encontra desde dezembro sob governo interino.

Pedro Sànchez anuncia renúncia em coletiva de imprensa em Madri

Sànchez anuncia renúncia em coletiva de imprensa em Madri

O líder do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), Pedro Sánchez, renunciou neste sábado (01/10) depois que a direção da legenda votou contra sua proposta de realizar eleições primárias e um congresso extraordinário. Uma comissão com o objetivo de tramitar interinamente o partido assumirá, até que um congresso renove os órgãos da direção socialista.

O secretário-geral, que perdeu a votação por 133 votos contra 107, anunciou pessoalmente a renúncia, pedindo unidade interna e prometendo "apoio leal" à nova direção. O setor crítico do PSOE primeiro tentara apresentar uma moção de censura contra Sánchez, mas a mesa do comitê federal, órgão diretor entre congressos, rejeitou as assinaturas por razões estatutárias.

A renúncia do líder da oposição ocorre em meio a uma séria crise institucional na Espanha, sob governo interino há mais de nove meses. Vários representantes do setor crítico que derrotou Sánchez se declararam partidários de que o PSOE se abstenha no parlamento durante uma nova sessão de posse do presidente interino do governo, Mariano Rajoy, para possibilitar a formação de governo.

Sánchez está entre os que se opõem terminantemente a que o conservador Rajoy governe por mais um mandato. "A Espanha não merece mais quatro anos de Mariano Rajoy à frente do governo – quatro anos mais com um presidente que tem mentido sistematicamente para a sociedade espanhola", declarou na sexta-feira.

Se o impasse político em Madri não se resolver até 31 de outubro, o rei Felipe 6º terá que dissolver o parlamento nacional e convocar novas eleições.

AV/efe,lusa,rtr,afp

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