Intel inaugura novo laboratório de pesquisa na Alemanha | Notícias e análises sobre a economia brasileira e mundial | DW | 02.03.2009
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Economia

Intel inaugura novo laboratório de pesquisa na Alemanha

A empresa inaugurou laboratório na Baviera a fim de fortalecer as atividades de pesquisa na Europa. Governador bávaro considera investimento 'uma luz no fim do túnel'.

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Em 2008, empresa investiu cerca de 4 bilhões de euros em pesquisa

A Intel, maior fabricante de chips eletrônicos do mundo, anunciou que vai ampliar suas atividades de pesquisa na Alemanha. O presidente da empresa norte-americana, Craig Barrett, e o governador da Baviera, Horst Seehofer, inauguraram, nesta segunda-feira (02/03), o Intel Open Lab em Feldkirchen, perto de Munique.

A central foi criada com o fim de fomentar a cooperação com a indústria e economia europeia, e promover atividades de pesquisa com empresas líderes, novas firmas promissoras e universidades do continente. Este é o quinto laboratório da empresa na Alemanha, que também sedia outros centros de pesquisa em Saarbrücken, Braunschweig, Ulm e Colônia.

Segundo Barrett, o fortalecimento da rede de pesquisas na Europa é uma maneira de combater o colapso financeiro. "Para sair da crise, devemos investir e não economizar", explicou. O governador Seehofer descreveu o engajamento da Intel como "uma luz no fim do túnel", considerando-se a atual situação econômica.

Der CSU-Vorsitzende und bayerische Ministerpräsident Horst Seehofer beantwortet am Donnerstag, 8.Januar 2009, am zweiten Tag der Klausurtagung der CSU-Landesgruppe in Wildbad Kreuth waehrend einer Pr

Horst Seehofer

A Intel não disse quanto vai investir nos novos estabelecimentos de pesquisa. Em 2008, ela disponibilizou quase 4 bilhões de euros para centros em diferentes países. Atualmente, a Intel emprega 80 mil pessoas em todo o mundo. Na Alemanha, o quadro de funcionários conta com 460 profissionais, a maioria trabalhando na central de Feldkirchen.

A Intel na Europa

Juntamente com o Open Lab de Leixlip, Irlanda, o laboratório de Feldkirchen, coordenará as atividades de pesquisa e de desenvolvimento dos mais de 800 pesquisadores que trabalham em dez países europeus, entre eles, França, Espanha, Irlanda, Polônia e Inglaterra.

O principal objetivo desses laboratórios é aumentar a colaboração com pesquisadores europeus e com os responsáveis por políticas de tecnologia de informação. Com isso, a multinacional pretende explorar pesquisas e métodos de uso das tecnologias da informação e comunicação, a fim de aperfeiçoar a eficiência de indústrias e aumentar a qualidade e produtividade no setor.

Computação visual, desenvolvimento de software, computação virtual e de alto desempenho são alguns dos possíveis focos temáticos dos centros de pesquisa.

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