Drama de vingança filipino vence Festival de Cinema de Veneza | Cultura europeia, dos clássicos da arte a novas tendências | DW | 10.09.2016
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Cultura

Drama de vingança filipino vence Festival de Cinema de Veneza

Produção de quase quatro horas em preto-e-branco das Filipinas recebe Leão de Ouro. Troféu de direção é dividido entre russo e mexicano. Português e alemã entre melhores atores.

Diretor Lav Diaz recebe Leão de Ouro em Veneza

Diretor Lav Diaz recebe Leão de Ouro em Veneza

A produção filipina Ang Babaeng Humayo (A mulher que foi embora), de Lav Diaz, recebeu neste sábado (10/09) o Leão de Ouro como melhor filme da 73ª Mostra Internacional de Arte Cinematográfica de Veneza.

O drama de vingança de quase quatro horas de duração, em preto-e-branco, conta a história de uma mulher erroneamente condenada, que tenta recuperar a própria vida após cumprir pena de 30 anos de prisão. Cerca de 20 filmes concorreram este ano ao troféu máximo do festival de cinema mais antigo do mundo.

O Grande Prêmio do Júri ficou para o thriller Nocturnal animals, dirigido pelo também estilista Tom Ford. O de Melhor Diretor foi dividido entre o russo Andrei Konchalovsky, com o drama do Holocausto Rai (Paraíso), e o mexicano Amat Escalante, por La región salvaje.

Ator português Nuno Lopes ficou com prêmio Orizzonti por papel principal em São Jorge

Ator português Nuno Lopes ficou com prêmio Orizzonti por papel principal em "São Jorge"

O argentino Oscar Martínez, como um cínico Nobel da Literatura na tragicomédia El ciudadano ilustre, e a americana Emma Stone, como atriz aspirante apaixonada no musical La La Land, foram designados melhor ator e melhor atriz do festival, respectivamente.

Ao ator português Nuno Lopes coube o prêmio especial Orizzonti, por sua atuação no drama de boxeador situado nos bairros pobres de Lisboa São Jorge, dirigido por Marco Martins e coprotagonizado pela brasileira Mariana Nunes.

A alemã Paula Beer ficou com o Prêmio Marcello Mastroianni, de melhor atriz ou ator estreante, por sua atuação em Frantz, de Francois Ozon. Segundo o júri internacional encabeçado pelo diretor britânico Sam Mendes, ela mereceu a distinção por seu retrato discreto e sutil de uma mulher que encontra um soldado francês durante o luto por seu noivo na Primeira Guerra Mundial.

AV/rtr,afp,dpa

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