Carros autônomos podem ser hackeados? | DW Brasil | Notícias e análises do Brasil e do mundo | DW | 29.01.2020

Conheça a nova DW

Dê uma olhada exclusiva na versão beta da nova DW. Sua opinião nos ajudará a torná-la ainda melhor.

  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages
Publicidade

NOTÍCIAS

Carros autônomos podem ser hackeados?

O Futurando mostra como determinadas figuras são capazes de confundir o sistema de fluxo óptico usado por veículos autônomos. Confira os outros destaques da edição desta semana.

Espera-se que, no futuro, apenas carros autônomos circulem pelas ruas. Mas o sistema usado por esses veículos ainda não é completamente seguro. Três pesquisadores do Instituto Max Planck conseguiram encontrar uma falha grave. Quando alguns desenhos são mostrados, o programa de fluxo óptico passa a não reconhecer mais objetos e movimentos. "Ficamos surpresos com a dimensão do problema. O fato de um desenho tão pequeno ter um efeito em uma área tão grande é preocupante”, explica Joel Janai, um dos integrantes do grupo. Os detalhes você conferece nesta edição do Futurando.

O Futurando também mostra que os carros atuais podem prejudicar a saúde humana por causa da emissão de ruídos. Mesmo que um barulho não signifique um perigo imediato, nosso organismo reage como se fosse. As glândulas supra-renais liberam hormônios de estresse. Uma resposta natural do corpo, que se prepara para lutar ou fugir. O coração bate mais rápido e a pressão arterial aumenta. As reservas de gordura e açúcar são bombeadas para o sangue para fornecer mais energia. Quando esse estado de alerta persiste, leva à doença, causando pressão alta, excesso de açúcar no sangue e colesterol: precursores de doenças cardiovasculares, que podem levar a um ataque cardíaco.

Ainda neste programa, você vai conhecer a máquina capaz de destilar água do ar e poderá ajudar famílias em regiões desérticas. Desenvolvido na Alemanha, o sistema Aquahara consegue transformar a umidade do ar em água potável. Para isso, ele precisa apenas de energia solar e sal.

Além disso, o Futurando traz uma reportagem sobre o uso de árvores artificiais para absorver o CO2 do ar. Um estudo da Suíça calculou que plantando 900 milhões de hectares de floresta seria possível absorver dois terços do CO2 emitido pelos seres humanos. Mas isso é considerado, por muitos especialistas, uma meta irreal. A solução seria, então, usar árvores artificias? Veja os prós e contras desta nova tecnologia.

Nossa equipe foi à Tailândia, onde as mudanças climáticas já deixam rastros de destruição. O aumento do nível do mar já causa danos significativos no país. Alguns monges tentam chamar a atenção para o problema, enquanto o templo onde vivem está sendo engolido pelas águas. O problema também aflige a capital, Bangkok, conhecida como a "Veneza do Oriente”. "Hoje já temos a tecnologia para monitorar a situação. Em 150 anos, teremos de confiar no progresso tecnológico”, explica Arsa Sukkhang, diretor do Sistema de Drenagem da cidade.

O programa

O Futurando traz novidades sobre ciência, meio ambiente e tecnologia e é produzido todas as semanas pela redação brasileira da Deutsche Welle, em Bonn, na Alemanha.

O programa é exibido, no Brasil, pelo Canal Futura às terças-feiras, às 22h30 com reprise às quartas 16h30, quintas, sábados e segundas; pela Rede Minas aos sábados, às 14h30, com reprise às sextas-feiras, às 13h30; pela TV Brasil todas as terças, às 21h45, com reprise às quintas, às 3h15; pela TV Cultura as segundas-feiras às 19h45; pela TV Câmara Tupã todos os sábados às 18h, com reprise às terças-feiras, às 19h40 e pela TV Climatempo aos sábados às 9h30, com reprise às terças e aos domingos. Você também pode ver vídeos do programa no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

O Futurando é transmitido ainda em Moçambique pela Rede Tim, aos sábados, às 14h30.