Bolsonaro recebe alta e deixa hospital | Notícias e análises sobre os fatos mais relevantes do Brasil | DW | 13.02.2019
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Brasil

Bolsonaro recebe alta e deixa hospital

Presidente passou por cirurgia para retirada de bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal há 16 dias. Segundo boletim médico, quadro pulmonar foi normalizado, e função intestinal, restabelecida.

O presidente Jair Bolsonaro deixa o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde 27 de janeiro

Bolsonaro deixa o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde 27 de janeiro

O presidente Jair Bolsonaro recebeu alta nesta quarta-feira (13/02) e deixou o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado há 17 dias. Sob forte esquema de segurança, o presidente foi para o aeroporto de Congonhas, de onde segue para Brasília.

Segundo boletim médico, Bolsonaro "recebeu alta nesta manhã com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral".

"Durante o período de internação, realizou exercícios de fisioterapia respiratória e motora, com períodos de caminhada fora do quarto. Medidas de prevenção de trombose venosa também foram adotadas", diz o boletim.

Bolsonaro foi diagnosticado com pneumonia na última quarta-feira. Dois dias antes, sua alta, prevista para quarta passada, foi adiada depois de o presidente apresentar febre e alterações em exames laboratoriais, o que poderia indicar uma infecção.

Na segunda-feira, o presidente recebeu alta da Unidade de Terapia Semi-Intensiva após melhora de seu quadro clínico e foi para um apartamento do Albert Einstein. Nesse dia, os médicos suspenderam a nutrição parenteral (por via endovenosa), e foi iniciada uma dieta leve e mantido o suplemento nutricional.

Nesta quarta-feira, Bolsonaro comentou a saída do hospital em mensagem nas redes sociais. "Finalmente deixamos em definitivo o risco de morte", escreveu. "Só tenho a agradecer a Deus e a todos por finalmente poder voltar a trabalhar em plena normalidade."

O presidente foi internado em 27 de janeiro, véspera da cirurgia para retirada de bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal. Foi a terceira operação a que foi submetido desde que levou uma facada no abdome durante um ato de campanha, em 6 de setembro do ano passado.

Apesar de ser considerado menos arriscado que os anteriores, o procedimento realizado em 28 de janeiro se estendeu por sete horas, em vez das quatro previstas inicialmente pelos médicos. Segundo a equipe médica, a cirurgia ocorreu sem intercorrências e sem necessidade de transfusão de sangue.

Após deixar o hospital, o presidente deve agora manter uma série de cuidados em casa.

LPF/abr/ots

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