BAD FRANKENHAUSEN QUER SE TORNAR TÃO FAMOSA QUANTO PISA | Escreva sua opinião, comentários, críticas ou sugestões | DW | 17.12.2011
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Sua Opinião

BAD FRANKENHAUSEN QUER SE TORNAR TÃO FAMOSA QUANTO PISA

Nossos leitores comentaram esta semana a respeito da torre inclinada de Bad Frankenhausen, do filme "Guerreira", da posição da Inglaterra dentro da UE e das ditaduras latino-americanas. Confira!

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Não sabia da existência dessa torre na Alemanha. Realmente ela é muito inclinada. Tem tudo para virar atração turística. A cidade tem que investir no marketing e os lucros virão, com certeza.
Sebastião Silva

Penso que iniciar com o valor previsto para a demolição mostra que se tem os pés no chão. Acredito que possa vir a se tornar uma atração como Pisa, pois a cidade italiana só tem a torre e está sempre cheia de turistas, mesmo ficando a 100 km de Florença.
Ralf Maske

Esta opção de preservar a torre é boa. Não deve, no entanto, aquela comunidade deixar de analisar outras opções...Há "outras" coisas tortas que poderiam ser consertadas com 1 milhão de euros. Desejo todo sucesso a esta bela e querida comunidade.
Renato Bohn

Não somente por ser inclinada, mas por sua bela arquitetura, a torre de Pisa é muito especial. Essa de Bad Frankenhausen é apenas inclinada. Não acho que poderá se tornar concorrência para Pisa.
Solange Santos

BLOQUEIO DO REINO UNIDO AUMENTA DIVISÃO NA UNIÃO EUROPEIA

Vai se isolar, perder poder e, talvez, se desagregar ou virar mais um estado norte-americano.
Maria Vieira

A posição da Inglaterra dentro da UE obviamente é de isolamento e economicamente muito difícil, será que eles se acham uma potência? Talvez como bajuladores dos EUA, que, por sua parte, passam pelo seu pior período no pós-Guerra.
Paulo de Tarso Lemos Santana

EM RESPEITO À MEMÓRIA – DITADURAS LATINO-AMERICANAS

As ditaduras latino-americanas deixaram uma grande cicatriz na sociedade. Muitas famílias se desestruturaram ao perder entes queridos perseguidos pelos militares. É um capítulo negro da história, mas não deve ser esquecido.
Mercedes Cardoso

Há ainda um longo caminho a ser percorrido no Brasil para que o direito à memória e à verdade ganhe o lugar da política do esquecimento instaurada desde 1979. Li o artigo e me lembrei que amanhã vence o prazo para que o Estado Brasileiro cumpra com as determinações da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, quando da condenação no caso da Guerrilha do Araguaia. Além da instalação da Comissão da Verdade, o Brasil necessita rever as leis de acesso aos arquivos públicos, bem como a Lei de Anistia. E por último e não menos importante, esclarecer as circunstâncias das mortes dos guerrilheiros, localizar e entregar às famílias os restos mortais deles. Assim, poderemos sair do plano do discurso e agir, para podermos falar de fato e de direito em memória e verdade no Brasil.
Maria Lygia Koike

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