As principais notícias sobre a pandemia de coronavírus (16/06) | Notícias internacionais e análises | DW | 17.06.2020

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Coronavírus

As principais notícias sobre a pandemia de coronavírus (16/06)

Brasil tem quase 35 mil casos confirmados e 1.282 mortes em 24 horas, segundo Ministério da Saúde. Infecções passam de 8 milhões no mundo. Nova Zelândia volta a registrar casos após 24 dias.

Protesto da ONG Rio de Paz na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 11 de junho

Protesto da ONG Rio de Paz na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 11 de junho

Resumo desta terça-feira (16/06):

  • Mundo tem mais de 8 milhões de casos confirmados, 438 mil mortes e mais de 3,9 milhões de recuperados
  • Brasil tem 923.189 casos confirmados, 45.241 óbitos e 441.729 recuperados, segundo Ministério da Saúde
  • Nova Zelândia volta a registrar casos após 24 dias sem novas infecções
  • Pequim decreta "estado de guerra" para conter novo surto de covid-19
  • Alemanha lança aplicativo de rastreamento
  • Parlamento da Hungria aprova fim do estado de emergência
  • Dexametasona salva vidas em casos graves, diz estudo

Transmissão encerrada. As atualizações estão no horário de Brasília:

20:00 – Brasil tem quase 35 mil casos e 1.282 mortes em 24 horas

O Brasil registrou 34.918 novos casos confirmados de coronavírus e 1.282 mortes em decorrência da doença nas últimas 24 horas, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Ministério da Saúde divulgados nesta terça-feira.

O total de casos no país chega agora a 923.189, e as mortes somam 45.241. O Brasil é o segundo país do mundo com mais infecções e mortes por coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos. Ao todo, 441.729 pessoas infectadas se recuperaram.

São Paulo é o estado mais atingido pela epidemia, com 190.285 casos e 11.132 mortes. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 83.343 infecções e 7.967 óbitos – é a maior taxa de letalidade do país, de 9,6%. O Ceará, em terceiro, tem 81.289 casos e 5.070 mortes.

18:00 – Parlamento da Hungria aprova fim do estado de emergência

O Parlamento da Hungria aprovou nesta terça-feira a suspensão do estado de emergência no país, que havia concedido ao ultraconservador primeiro-ministro Viktor Orbán poderes quase ilimitados em meio à pandemia de covid-19.

A lei aprovada agora, que devolve os poderes extraordinários ao Parlamento a partir de 20 de junho, teve o apoio unânime dos 192 deputados presentes na sessão.

A Hungria, que soma 4.077 casos confirmados de coronavírus e 565 mortes, vem gradualmente relaxando suas medidas de restrição impostas para conter a epidemia. O uso de máscaras permanece obrigatório no transporte público e em espaços fechados.

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17:00 – Veneza se prepara para a volta dos turistas

Ainda vazia por causa da pandemia de coronavírus, cidade italiana se prepara para receber visitantes novamente. Alguns querem rever as multidões no local, outros pedem medidas para buscar clientela mais seletiva.

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16:00 – Dexametasona salva vidas em casos graves de covid-19

Cientistas britânicos anunciaram que a dexametasona, um esteroide barato e amplamente disponível, reduziu em até um terço as mortes de pacientes graves de covid-19, num estudo. Os resultados do estudo, efetuado por vários cientistas, incluindo da Universidade de Oxford, foram anunciados nesta terça-feira (16/06).

No "teste amplo e rigoroso", escolheram-se aleatoriamente 2.104 pacientes para receber o medicamento, comparando-os a 4.321 outros, submetidos apenas aos cuidados usuais, explicaram os pesquisadores.

O medicamento foi administrado por via oral ou intravenosa e após 28 dias reduziu em 35% as mortes entre os doentes dependentes de respiradores, e em 20% para os que apenas necessitavam oxigênio suplementar. O esteroide não pareceu ajudar pacientes menos graves. 

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12:25 – Alemanha lança aplicativo de rastreamento para covid-19

O governo alemão lançou nesta terça-feira um novo aplicativo para celular que avisa os usuários caso tenham tido contato próximo com indivíduos infectados com a covid-19.

Helge Braun, chefe de gabinete da chanceler federal alemã, Angela Merkel, elogiou o Corona-Warn-App como pioneiro em seu campo. "Não é o primeiro aplicativo de alerta em todo o mundo a ser desenvolvido, mas estou bastante convencido de que é o melhor. Fazer o download e usá-lo é um pequeno passo para cada um de nós, mas um grande passo na luta contra a pandemia", ressaltou durante o evento de lançamento do aplicativo, em Berlim.

Os aplicativos de rastreamento têm sido apontados como uma ferramenta de alta tecnologia no esforço de rastrear e controlar infecções pelo novo coronavírus. Especialistas dizem que encontrar novos casos rapidamente é a chave para reprimir novos focos de infeção, num momento em que países europeus relaxam as restrições e tentam evitar uma segunda onda.

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11:45 – Pequim decreta "estado de guerra" para conter novo surto de covid-19

A China identificou, nas últimas 24 horas, 40 novos casos de covid-19, incluindo 27 em Pequim, após um surto iniciado no mercado de Xinfandi, o principal centro de abastecimento da capital. As autoridades declararam "estado de guerra" para interromper o novo surto da doença na metrópole, após o surgimento de 106 novos casos nos últimos dias, decretando o fechamento de serviços não essenciais e a realização de dezenas de milhares de testes.

O governo local instalou postos de controle que funcionam 24 horas, ordenou o fechamento de escolas e proibiu a realização de festas de casamento. Durante a noite,  partes da cidade foram cercadas, sendo mantido apenas um ponto de entrada, em alguns casos.

O governo destacou mais de 100 mil funcionários para supervisionar 7.120 comunidades próximas ao mercado de Xinfandi. Foram colocados em quarentena mais de 20 bairros da cidade de mais de 20 milhões de habitantes.

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06:50 – Nova Zelândia volta a registrar casos de covid-19 após 24 dias sem infecções

O governo da Nova Zelândia afirmou nesta terça-feira que registrou dois novos casos de covid-19, ambos relacionados a viagens recentes provenientes do Reino Unido, encerrando um período de 24 dias sem novas infecções pelo coronavírus no país.

Na semana passada, o país removeu todas as restrições sociais e econômicas que haviam sido impostas para conter o avanço da pandemia, com exceção do controle de fronteiras, declarando não ter mais nenhum caso ativo de covid-19. O país foi um dos primeiros no mundo a retornar à normalidade pré-pandemia.

A primeira-ministra Jacinda Ardern havia alertado que novos casos poderiam aparecer à medida que cidadãos da Nova Zelândia retornassem do exterior, e algumas pessoas tivessem permissão de entrar no país sob condições especiais.

As duas pessoas infectadas são mulheres na faixa dos 30 e dos 40 anos de idade que chegaram à Nova Zelândia em 7 de junho, vindas do Reino Unido, e tendo passado por Doha. Elas ficaram inicialmente isoladas em Auckland e receberam permissão especial para visitar um parente à beira da morte em Wellington, tendo retornado depois para o isolamento.

Com os novos casos, o total de infecções confirmadas no país de 5 milhões de habitantes chegou a 1.506. Foram registradas 22 mortes em decorrência da covid-19. 

Jacinda Ardern

A premiê Jacinda Ardern havia alertado que novos casos poderiam aparecer à medida que cidadãos da Nova Zelândia retornassem do exterior

06:15 – Número de casos de covid-19 passa de 8 milhões no mundo

Segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, o número de casos confirmadas da doença causada pelo novo coronavírus superou a marca de 8 milhões. Os EUA são o país mais atingido pela pandemia, com mais de 2,1 milhões de infecções e 116 mil mortes confirmadas, seguidos pelo Brasil, com 888.271 casos e 43.959 óbitos.

O terceiro país mais atingido pela covid-19 no mundo é a Rússia, onde mais de 544 mil pessoas testaram positivo. O número de mortes confirmado no país, no entanto, é relativamente baixo (7.274), levando críticos a questionarem os dados oficiais.

A Índia é o quarto país com mais casos no mundo, cerca de 343 mil, tendo registrado 9.900 mortes. A seguir, vem o Reino Unido, com mais de 298 mil infecções confirmadas e 41 mil mortes - o país europeu é o terceiro do mundo em número de mortes.

Resumo dos principais acontecimentos desta segunda-feira (15/06):

  • Com cautela, Europa reabre fronteiras
  • EUA revogam autorização para uso de hidroxicloroquina contra covid-19
  • Brasil amplia orientações de uso da cloroquina
  • China tenta conter novo surto em Pequim
  • Oscar 2021 é adiado para abril

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