Alemanha planeja ponte aérea humanitária para tratar feridos líbios | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 09.10.2011
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Mundo

Alemanha planeja ponte aérea humanitária para tratar feridos líbios

Berlim pretende reforçar sua assistência à Líbia por meio da oferta de tratamento médico dos feridos na guerra civil. Os vistos serão emitidos com a mínima burocracia, segundo as autoridades alemãs.

Segundo governo de transição, 50 mil pessoas foram feridas na guerra civil

Segundo governo de transição, 50 mil pessoas foram feridas na guerra civil da Líbia

A Alemanha planeja implementar uma ponte aérea humanitária que permitirá o acesso a tratamento nos hospitais alemães aos cidadãos líbios gravemente feridos durante as revoltas contra Muammar Kadafi.

"Estamos trabalhando com os nossos parceiros líbios para criar as condições para isso [transporte aéreo] o mais rapidamente possível", disse um porta-voz do Ministério alemão das Relações Exteriores.

Uma equipe médica das Forças Armadas da Alemanha chegou à cidade de Túnis, na Tunísia, na terça-feira, de acordo com o ministério. O governo alemão está discutindo com o Conselho Nacional de Transição (CNT) sobre quantos líbios precisam de tratamento.

As embaixadas alemãs em Túnis e na capital egípcia, Cairo, foram instruídas a emitir vistos o mais rapidamente possível para os feridos. Em casos urgentes, a recém-aberta embaixada alemã na capital líbia, Trípoli, também poderá tratar das permissões.

De acordo com o Ministério do Exterior, o objetivo de Berlim é a emissão de "vistos para os feridos de forma rápida e com pouca burocracia", tornando a Alemanha o único país em Trípoli a emitir vistos para o espaço Schengen, que compreende 25 países na Europa.

O CNT disse que somente na Tunísia há 2 mil líbios gravemente feridos que precisam de tratamento. No total, o governo de transição estima que 30 mil pessoas morreram na guerra civil da Líbia e 50 mil saíram feridas.

CA/dpa/rtr
Revisão: Mariana Santos

Leia mais