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Liberdade de expressão na Guiné-Bissau

Apesar da liberdade de expressão estar consagrada na lei, a Guiné-Bissau tem assistido a um aumento de casos de repressão.

A Guiné-Bissau tem presenciado vários casos de ataques contra ativistas políticos e jornalistas. Segundo a Liga Guineense dos Direitos Humanos, o atual Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, adotou a "implantação do terror" para limitar a liberdade de expressão dos cidadãos guineenses. Augusto Mário Silva, presidente desta organização, afirma que o chefe de Estado criou um "esquadrão de repressão" que limita a liberdade dos cidadãos. Várias organizações da sociedade civil guineense denunciaram em julho de 2020, num Carta Aberta aos Órgãos de Soberania, que a Guiné-Bissau estava em risco de perder o pouco que conseguiu em 22 anos de democracia, devido a ameaças graves às liberdades de expressão e de imprensa. Num discurso de 2018, o antigo Presidente da República José Mário Vaz defendia que “as liberdades de expressão, de manifestação e de imprensa devem ser preservadas e protegidas" e que os cidadãos deviam "poder exprimir-se livremente, exporem as suas opiniões, sem serem incomodados".

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