Domingos Simões Pereira é o candidato do PAIGC à presidência da Guiné-Bissau | Guiné-Bissau | DW | 23.08.2019
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Guiné-Bissau

Domingos Simões Pereira é o candidato do PAIGC à presidência da Guiné-Bissau

PAIGC aposta no seu líder, Domingos Simões Pereira, para concorrer às presidenciais na Guiné-Bissau. O antigo primeiro-ministro venceu as primárias do partido no poder.

O líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, foi hoje eleito candidato do partido às eleições presidenciais, anunciou o presidente da comissão das primárias, Higino Cardoso.

No processo de votação secreta dos membros do Comité Central, composto por 351 membros e dos quais 312 estiveram presentes no encontro, Simões Pereira obteve 243 votos.

Cipriano Cassamá, líder do parlamento guineense e que também se candidatou às primárias, arrecadou 65 votos, enquanto o antigo presidente guineense de transição Serifo Nhamadjo obteve três votos. Já Mário Lopes da Rosa conquistou dois votos.

O antigo líder do PAIGC e ex-presidente do parlamento, Francisco Benante, não obteve nenhum voto e a ministra da Família e Coesão Social, Cadi Seidi, desistiu a favor de Domingos Simões Pereira.

DSP está pronto

Guinea-Bissau PAIGC-Anhänger feiern den Sieg bei den Parlamentswahlen (DW/B. Darame )

PAIGC aposta na candidaturo do seu líder, Domingos Simões Pereira, para Presidente da Guiné-Bissau.

Na sua moção de estratégia para conquistar a presidência da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira afirmou que pretende liderar o país para o colocar na "senda do desenvolvimento e devolver-lhe o respeito em África e no mundo".

Aos 56 anos, Domingos Simões Pereira disse estar preparado para "dar o seu quinhão" e elege os presidentes Paul Kagame, do Ruanda, e Ado Nana, do Gana, como modelos de desenvolvimento para a Guiné-Bissau.

Na sua moção de estratégia, Domingos Simões Pereira disse aos guineenses que "o futuro [do país] está à distância de uma decisão".

"Agora é DSP (iniciais do seu nome e pelo qual é conhecido), ‘frianta tchon pa terra ranka' (a estabilizar o país para que a Guiné-Bissau possa arrancar, em tradução livre)", acrescentou.

As eleições presidenciais na Guiné-Bissau realizam-se em 24 de novembro.

Assistir ao vídeo 02:02

Criança guineense é acolhida para tratamento médico em Portugal

Leia mais

Áudios e vídeos relacionados