A Guiné-Bissau celebra hoje 52 anos de independência, mas cidadãos não notam avanços. Supremo Tribunal de Justica guineense exclui partido histórico e seu aliados das eleições previstas para novembro, mas jurista diz que nem tudo está perdido. No encontro que marca os 80 anos da ONU líderes africanos lembram que a promessa de representação justa ainda não se cumpre.