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Economia

VW fatura menos 24,5% no primeiro trimestre

Retração da demanda na Alemanha e falta de novos modelos do Golf e Passat influenciaram resultado negativo, dizem analistas. Crise argentina custou "apenas" € 56 milhões à montadora.

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Linha de montagem do Golf, na matriz da VW, em Wolfsburg

O grupo Volkswagen sofreu uma forte queda nas vendas no primeiro trimestre de 2002. Em comparação com os três primeiros meses do ano passado, o faturamento mundial da montadora caiu 5,4% para € 21,2 bilhões.

De janeiro a março deste ano, o lucro operacional (sem desconto de impostos) recuou 20% para € 997 milhões. O lucro líquido no período caiu 24,5% para e 627 milhões. Apesar disso, o resultado superou as expectativas dos analistas. As ações da VW subiram cerca de 4% para 55,60 euros nesta sexta-feira (3).

As vendas caíram 13% para 1,181 milhão de automóveis. No primeiro trimestre de 2001, a maior montadora da Europa ainda vendera 1,357 milhão de veículos. As previsões da Volkswagen para 2002, no entanto, são de um saldo operacional bruto pelo menos igual ao do ano passado.

Recuperação - A VW espera uma recuperação do setor automobilístico nos Estados Unidos e na Europa Ocidental no segundo semestre deste ano. Para atingir o lucro almejado, a montadora quer reduzir ainda mais os custos.

No mercado europeu, as vendas caíram 8,6% no primeiro trimestre. Segundo os analistas, isso se deve à retração da demanda na Alemanha e ao fato de que os dois principais modelos da VW - o Golf e o Passat - só serão renovados no próximo ano.

As entregas aos clientes diminuíram 6,8% para 1,180 milhão de veículos. Com isso, a montadora diminuiu seus estoques, aumentando em 65,2% a liquidez na área de automóveis para € 2,452 bilhões.

O fato de o faturamento ter recuado menos do que as vendas foi atribuído pela VW ao aumento da demanda de modelos e equipamentos mais sofisticados, à correção de preços e ao crescimento dos negócios de leasing.

Argentina - Segundo a Volkswagen, a margem de lucro bruto na venda de automóveis aumentou 0,6% para 15%, o que indica uma redução dos custos de material e logística bem como menos gastos com pesquisa e desenvolvimento.

O custos de reestruturação para a Argentina foram de € 56 milhões, apenas a metade do valor previsto pela Volkswagen. Sem esse efeito, o lucro bruto foi de € 1 bilhão - cerca de € 200 milhões menos do que no primeiro trimestre de 2001, mas € 365 milhões mais do que no fraco último trimestre do ano passado.

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