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Mundo

Para cortar gastos, EUA reduzem bases militares na Europa

Com fechamento de pelo menos 15 instalações usadas pelas Forças Armadas americanas em solo europeu, Pentágono espera economizar 500 milhões de dólares por ano. Alemanha e Itália receberão soldados realocados.

Com o objetivo de reduzir gastos militares, o Pentágono anunciou nesta quinta-feira (08/01) que vai consolidar as operações do Exército americano na Europa em pelo menos 15 bases militares. O processo deve levar uma década e, com a mudança, o governo espera economizar 500 milhões de dólares por ano. O Pentágono insistiu, no entanto, que a economia não resultará numa perda do poderio militar dos EUA.

"No fim das contas, essa alteração de nossa infraestrutura vai ajudar a maximizar nossas capacidades militares na Europa e fortalecerá nossos principais parceiros europeus, de modo que possamos apoiar os nossos aliados da Otan e parceiros na região da melhor maneira possível", disse o secretário da Defesa, Chuck Hagel.

A maior base de operações a ser fechada é a de Mildenhall, no nordeste de Londres, usada pelos americanos para o reabastecimento de aviões-tanques e por forças de operações especiais.

A retirada de Mildenhall não deve começar antes de 2019. As reduções serão compensadas parcialmente nos próximos anos, quando o Pentágono adicionar 1.200 soldados e dois esquadrões de jatos F-35 na base, também britânica, de Lakenheath.

Na Alemanha, o centro logístico em Mainz-Kastel e três quartéis serão fechados. Outros dois terão suas funções reduzidas. Porém, apesar da diminuição de bases militares, a presença de soldados americanos aumentará em solo alemão, pois os cerca de 6 mil funcionários militares e familiares retirados de Reino Unido, Portugal, Bélgica e Holanda serão realocados à Alemanha e Itália.

O Pentágono afirmou que aproximadamente 67 mil soldados americanos estão estacionados atualmente na Europa, sendo 40 mil na Alemanha. A mudança não afetará apenas os militares e seus familiares. De acordo com estimativas, aproximadamente 1.100 empregos civis deixarão de existir ao redor das bases militares ocupadas pelos americanos.

PV/afp/dpa/rtr

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