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Alemanha

Mais de metade da Alemanha online

80% da população alemã entre 14 e 19 anos utiliza regularmente a internet. E mais da metade dos cinquentões. Porém o país ocupa posição mediana na Europa, cabendo a ponta aos países escandinavos.

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Segundo estudo do grupo internacional de pesquisa de opinião TNS Emnid, 33,9 milhões freqüentam a internet na Alemanha. Isso equivale a 52,6% da população acima dos 14 anos de idade e representa um acréscimo de 1,8 milhão em relação ao ano anterior. Os 41% dos alemães offline são principalmente mulheres, com nível educacional baixo e baixa renda. Metade desse grupo tem mais de 63 anos.

Para o estudo (N)ONLINER Atlas 2004 foram entrevistadas mais de 33 mil pessoas, em todo o país. Ele visa lançar luz sobre o mundo dos usuários, não-usuários e dos que pretendem adquirir acesso à internet. O exame dessa última categoria mostra que o crescimento do setor tende a refrear-se: em 2004 eles compõem apenas 6,6% da população.

Os resultados das entrevistas são categorizados segundo região, idade, sexo, nível de renda, educacional e área profissional. Conferiu-se grande atenção à geração acima dos 50 anos, e uma seção especial foi dedicada ao tema "internet móvel".

Caminhando para a liga dos campeões

O (N)ONLINER vem sendo realizado desde 2001. Em relação aos anos anteriores, fica cada vez menor o desnível entre o Leste e o Oeste do país. Assim, é justo num Estado da extinta Alemanha comunista – Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental – que vive proporcionalmente o maior número de infonautas. Esta posição é partilhada com o Estado do Sarre.

Enquanto 80% dos jovens entre 14 e 19 anos já navegam regularmente, o uso da internet também acusou crescimento considerável entre os cidadãos acima dos 50 anos. Atualmente 28,2% dos chamados " best agers" contam entre os infonautas. A faixa etária até os 59 anos alcançou pela primeira vez a marca de 50,3%. A tendência entre os maiores de 60 anos é promissora: 17,4% estão utilizando a rede, contra 14,6% em 2003.

Thomas Ganswindt, da direção da empresa Siemens, considera esses resultados positivos: "Mas ainda há muito a ser feito. Em relação ao resto da Europa, estamos em situação mediana". As posições de ponta são ocupadas pelos países escandinavos. "Mas no futuro queremos estar na liga dos campeões!", acrescenta Ganswindt. Ele é presidente da Initiative D21, fundada precisamente com esta meta: "Mas para tal temos que convencer os 'offliners' da utilidade da internet, e torná-la acessível a todos".

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