Madonna defende discurso da Marcha das Mulheres | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 23.01.2017
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Estados Unidos

Madonna defende discurso da Marcha das Mulheres

Depois de críticas por dizer que gostaria de explodir a Casa Branca, cantora afirma que usou apenas metáfora para expressar raiva e indignação. Passeata contra Trump reuniu 5 milhões de pessoas em todo o mundo.

Madonna discursa na Marcha das Mulheres

Madonna discursa na Marcha das Mulheres

Após dizer, durante a Marcha das Mulheres, que pensava em explodir a Casa Branca, a cantora Madonna, de 58 anos, usou as redes sociais para se defender das críticas sobre seu discurso.

"Não sou uma pessoa violenta. Usei uma metáfora e compartilhei duas maneiras de ver as coisas – uma era com esperança e a outra era com raiva e indignação, o que eu pessoalmente sinto", escreveu a cantora na sua página no Instagram, neste domingo (22/01).

Madonna foi uma das celebridades, incluindo Helen Mirren, Scarlett Johansson, Ian McKellan e Rihanna, que participou da Marcha das Mulheres contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no sábado. O movimento contou com mais de 670 manifestações em mais de 20 países.

A cantora fez um discurso, cheio de palavrões, contra Trump na passeata em Washington e levou a multidão a gritar que estava pronta para enfrentar as políticas defendidas pelo presidente americano, como banir os direitos ao aborto.

Após dizer que gostaria de explodir a Casa Branca, usuários de redes sociais criticaram a cantora e pediram que ela fosse investigada por fazer ameaças terroristas.

A marcha reuniu mulheres e minorias que lutam por direitos de igualdade e oportunidades, em reação a posse de Trump. Durante a campanha eleitoral, o presidente americano fez comentários desrespeitosos sobre mulheres e chegou a dizer que poderia tocá-las ou beijá-las sem consentimento.

Segundo os organizadores, o movimento levou cerca de 5 milhões de pessoas às ruas em todo o mundo.

CN/rtr/ap

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