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Mundo

Israel prende dois suspeitos de extremismo judaico

Governo não confirma participação de detidos em incêndio criminoso que matou bebê palestino na Cisjordânia. Suspeitos são acusados de envolvimento com organizações extremistas.

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Meir Ettinger foi o primeiro detido

Israel prendeu nesta terça-feira (04/08) um segundo suspeito de extremismo judaico, em resposta ao

incêndio criminoso

que matou um bebê palestino na Cisjordânia. O serviço de segurança federal, no entanto, não confirmou a participação dos detidos no atentando.

"Eviatar Slonim foi preso por integrar uma organização extremista", afirmou uma porta-voz do serviço de segurança federal.

Na segunda-feira, as autoridades israelenses prenderam Meir Ettinger, suspeito de ser o principal líder de um grupo político extremista responsável pelo incêndio na Igreja da Multiplicação em 18 de junho. O local fica nas margens do lago Tiberíades, um dos lugares santos do cristianismo.

Ettinger, de 24 anos, é neto de Meir Kahane, rabino fundador do movimento anti-árabe Kach, assassinado em 1990. A detenção do jovem foi prorrogada, pelo menos, até o final de semana. Ele é suspeito de envolvimento em "crimes nacionalistas".

Uma emissora de televisão israelense afirmou que o gabinete do procurador-geral, Yehuda Weinstein, aprovou que três suspeitos fossem colocados em "detenção administrativa", ou seja, a prisão sem acusação formal.

Desde o atentado na aldeia de Duma na última sexta-feira, Israel adotou

medidas mais duras

para reprimir a violência de extremistas judeus contra palestinos. No domingo, governo aprovou a expansão da "detenção administrativa" para cidadãos israelenses suspeitos de cometer violência contra palestinos.

A medida era uma prática reservada para palestinos suspeitos de terrorismo. Ela permite que os suspeitos sejam detidos por tempo indeterminado sem uma acusação formal.

Cinco dias após o incêndio criminoso, a polícia pediu ajuda nesta terça-feira à população para encontrar os responsáveis, apelando para que todos que tiverem alguma informação que possa contribuir para solucionar o caso entrem em contato com as autoridades.

CN/lusa/afp/dpa

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