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Esporte

FBI investiga Copas de 2018 e 2022

Escolha de Rússia e Catar como sede dos Mundiais também estaria na mira das autoridades americanas. Governo do país arábe minimiza e diz ser vítima de uma campanha agressiva e racista.

A investigação americana sobre um esquema de corrupção na Fifa inclui também a apuração de possíveis irregularidades na escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, segundo uma fonte citada nesta quarta-feira (03/06) pela agência de notícias Reuters.

Segundo a fonte, que é ligada às investigações, o caso está nas mãos do FBI (a polícia federal americana). E vai além dos indiciamentos, anunciados na semana passada, de dirigentes da Fifa e empresários do futebol.

Quando anunciou o indiciamento, a secretária de Justiça dos Estados Unidos, Loretta Lynch, já havia deixado que se tratava "só do começo do nosso esforço, não do final". De forma paralela, autoridades suíças já estão investigando a escolha das sedes dos Mundiais de 2018 e 2022.

Rússia e Catar negam irregularidades em suas candidaturas. Causou especialmente surpresa no mundo esportivo a escolha do país árabe como sede, já que ele é situado numa região desértica, sem qualquer tradição no futebol e onde as temperaturas durante o verão superam 40 graus.

O ministro das Relações Exteriores do Catar, Khaled al-Attiyah, disse nesta quarta-feira que não há possibilidade de o país perder o direito de organizar a Copa. Ele afirmou que a campanha contra o Mundial de 2022 é "racista".

"É muito difícil para alguns digerir que um país árabe islâmico ganhou esse torneio, como se um Estado árabe não pudesse ter esse direito", disse o chanceler. "Acredito que é por causa de preconceito e racismo que existe essa campanha agressiva."

Entre os pontos investigados pelo FBI

também estaria a gestão à frente da Fifa

de Joseph Blatter, que na terça-feira anunciou, de forma surpreendente, sua renúncia. Seu nome, porém, até aqui não foi citado pelas autoridades americanas nos inquéritos.

RPR/rtr/efe/ap

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