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Economia

Desemprego cai pela primeira vez desde 2000

A Alemanha registrou 140.100 desempregados a menos no mês de março. A taxa anual de desemprego diminuiu de 10,4% para 10%. Há 4,156 milhões de pessoas oficialmente desempregadas.

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Florian Gerster, presidente do Departamento Federal do Trabalho

A queda do desemprego é fruto principalmente de variações sazonais, salientou Florian Gerster (SPD), o novo presidente do Departamento Federal do Trabalho. A primavera traz um impulso adicional à conjuntura, mas não há indícios de uma reviravolta no mercado de trabalho, disse Gerster.

A disparidade entre as taxas de desemprego do Oeste e Leste da Alemanha continua enorme: o Oeste registra índice de 8,0%, enquanto no Leste - na região da ex-Alemanha Oriental - o desemprego afeta 18,8% da população.

Diminuição do desemprego fortalece Schröder
Segundo Gester, a tendência positiva no mercado de trabalho é também conseqüência da nova política de desemprego do chanceler Gerhard Schröder. O governo implantou uma série de medidas destinadas a favorecer a busca de emprego, admitindo, por exemplo, que agências privadas exerçam a intermediação.

Os dados positivos constituem uma boa notícia após uma série de falências, que poderão levar milhares de pessoas ao desemprego. Segundo os sindicatos, dos cerca de 10.000 funcionários do grupo de mídia Kirch, até 4.000 podem ser demitidos.

A KirchMedia, principal empresa do grupo, pediu concordata na segunda-feira (08). Antes disso, houve a falência da construtora Philipp Holzmann e da fabricante de material de escritório Herlitz, que empregavam, respectivamente, 11.000 e 3.000 pessoas.

A estratégia do governador da Baviera, Edmund Stoiber, candidato da oposição conservadora (CDU/CSU) para as eleições legislativas de setembro, de acusar Schröder de incompetência econômica, será difícil de ser mantida caso se confirme a queda do desemprego.

Por outro lado, os analistas admitem que a capacidade do chanceler de tirar partido desta tendência é limitada: no ano passado, Schröder teve que renunciar à sua promessa, de reduzir o desemprego a 3,5 milhões de pessoas ao longo do seu mandato de quatro anos.

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