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Economia

China derruba bolsas de valores em todo o mundo

Refletindo baixo desempenho da economia chinesa, bolsas europeias e asiáticas fecham em queda. Na China, perdas anulam lucros do ano inteiro. No Brasil, Ibovespa chega a recuar 6,5% pela manhã.

O fraco desempenho da economia chinesa levou bolsas de valores mundo afora a operar em forte queda nesta segunda-feira (24/08). Pela manhã, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, chegou a recuar 6,5%, mas se recuperou e no meio da tarde registrou queda de 3,24%, a 44.237 pontos.

As bolsas de Nova York também operaram em queda. Na abertura de Wall Street, o índice Dow Jones Industrial chegou a registrar um recuo de quase 7%, caindo mais mil pontos. Já o índice Standard & Poor's caiu 4,81% no início da manhã.

O dia também foi turbulento na Europa. O Dax, principal índice do mercado financeiro alemão, ficou abaixo dos 10 mil pontos pela primeira vez desde janeiro, após as turbulências nos mercados asiáticos. O índice fechou em queda de 4,7%, o maior recuo desde novembro de 2011.

Outras bolsas europeias registraram queda no início da nova semana de negócios. O índice CAC 40, da França, fechou em queda de 5,35%, e o FTSE 100, de Londres, recuou 4,67%. O índice da zona do euro Euro Stoxx 50 chegou a cair 5,6%.

Entretanto, os mercados de ações asiáticos foram os mais afetados. Nas bolsas chinesas, as perdas desta segunda-feira anularam os lucros do ano inteiro. O Shanghai Composite Index recuou 8,49%, a pior queda em mais de oito anos.

O índice japonês Nikkei fechou em queda de 4,61%, ficando pela primeira vez em cinco meses sob a marca de 19 mil pontos. A bolsa de Hong Kong também operou em forte baixa. O principal índice, o Hang Seng, fechou em queda de 5,45%, a segunda maior deste ano.

A economia chinesa, a segunda maior do mundo, cresceu, de janeiro a junho deste ano, 7% em relação ao primeiro semestre de 2014. O crescimento foi o mais fraco dos últimos 25 anos. Segundo o Wall Street Journal, o governo da China cogita adotar diversas medidas para sustentar a economia e o mercado financeiro.

Se durante anos as grandes potências econômicas se beneficiaram do rápido crescimento da China, agora a preocupação que a época de aceleração econômica chinesa esteja chegando ao fim.

CN/dpa/rtr/lusa/abr

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