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Esporte

Bundesliga contrata 25 novos jogadores

Transferências de última hora para a temporada 2005/2006 custaram 18,7 milhões aos clubes da Primeira Divisão. Brasil tem 22 jogadores na Bundesliga.

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Rafinha: contrato milionário com o Schalke

O prazo de transferências de jogadores para a temporada 2005/2006 da Bundesliga terminou à meia-noite desta quarta-feira (31/08), com um saldo de 25 novas contratações só no mês de agosto, por um total de 18,7 milhões de euros.

Somando os contratos de última hora com os negócios fechados até o final de julho, os 18 times da Primeira Divisão do futebol alemão investiram 89,9 milhões de euros em 161 novos jogadores para o atual certame – cerca de 20 milhões de euros a mais que no ano anterior. Já a venda de 166 passes rendeu 80,24 milhões de euros aos mesmos clubes.

Bremen abre mão-de-vaca

A contratação mais cara da "prorrogação" foi a do lateral-direito Rafinha, que trocou o Coritiba pelo Schalke por cinco milhões de euros. Ao todo, o atual vice-campeão alemão gastou 14,3 milhões de euros em reforços, apenas 1,5 milhão a menos que o campeão de compras deste ano, o Werder Bremen.

Conhecido como mão fechada, o Bremen – que também disputa a Liga dos Campeões – desta vez realizou cinco transações milionárias. Trouxe o brasileiro Naldo (por três milhões de euros), Frings (seis milhões), Zidan (três) – já emprestado ao Mainz, Owomoyela (dois) e Andreasen (1,8).

Somente Weise (do Wolfsburg para o Colônia) e Zidan (do Bremen para o Mainz) foram transferidos no mês passado entre clubes da Bundesliga. A maioria dos últimos contratados vem do Brasil (cinco) e da Sérvia e Montenegro (quatro); apenas dois têm passaporte alemão.

Grupo de brasileiros aumenta

Fußball Bundesliga Saison 2005/2006 Brasilianer in der Bundesliga Bildgalerie Abuda

Abuda, de 19 anos, único brasileiro no Wolfsburg

Além de Rafinha e Naldo, Athirson (Bayern Leverkusen), Rômulo (Mainz), Kahê (Borussia Mönchengladbach) e Abuda (Wolfsburg) juntaram-se ao grupo de brasileiros na Bundesliga. O centroavante Kuranyi, nascido no Rio de Janeiro, trocou o Stuttgart pelo Schalke, que disse estar "fugindo de problemas" ao vender Ailton por três milhões de euros ao Besiktas Istambul, da Turquia.

Giovane Élber, artilheiro da Bundesliga em 2003, voltou da França para reforçar o ataque do Borussia Mönchengladbach. França trocou o Leverkusen pelo Kashiwa Reysol, do Japão, por 2,6 milhões de euros. Róbson Ponte, também do Leverkusen, foi para o japonês Urawa Red Diamonds.

À beira da falência, o Borussia Dormund vendeu Éwerthon para o Real Saragossa e Evanilson para o Atlético Mineiro. Anderson Thiago, cujo contrato com o Dortmund terminou em junho de 2005, ainda não encontrou um novo clube.

Wolfsburg vende um e compra cinco

Um negócio e tanto foi feito pelo Wolfsburg, que vendeu o atacante búlgaro Petrov ao Atlético de Madri, por dez milhões de euros, e gastou apenas um quarto dessa quantia para obter cinco reforços: Abuda, Neziri, Zkitishwili, Marlet e Alex.

O Stuttgart foi o clube que mais lucrou com as transferências: 10,75 milhões de euros. O clube vendeu Kuranyi por sete milhões de euros ao Schalke, e Hleb, por 15 milhões, ao Arsenal de Londres. Contratou o meia croata Carevic por 4,25 milhões e, supostamente, pagou oito milhões de euros pelo dinamarquês Tomasson ao Milan.

O último contrato fechado antes da meia-noite desta quarta-feira foi o de Göktan (ex-Bayern de Munique), que veio do Besiktas Istambul para o Kaiserslautern. O Bayern de Munique, Nürnberg, Duisburg, Eintracht Frankfurt e Hannover renunciaram a compras de última hora.

O Hannover, atualmente desfalcado por dez jogadores contundidos, não agiu no mercado de passes por um motivo muito simples: "Não temos dinheiro para novos profissionais", disse o gerente do clube, Ilja Kaenzig.

Mas ele deixou a porta dos fundos aberta: jogadores que até ontem estavam com passe livre ainda podem ser contratados durante a atual temporada, que vai até maio de 2006. O Borussia Mönchengladbach já fez uso dessa cláusula e acertou nesta quinta-feira (01/09) o contrato de um ano com o húngaro Lisztes, que era dono de seu próprio passe.

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