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Angola

Ativista angolano Nito Alves em liberdade

A libertação de Nito Alves estava programada para 8 de agosto depois de cumprir a pena de seis meses de prisão. Mas inesperadamente foi liberto nesta terç-feira. A DW falou com Nito Alves após sua libertação

No passado dia 29 de junho, quando 16 dos 17 ativistas angolanos foram libertados, a defesa disse que Nito Alves iria permanecer na prisão até 8 de agosto, dia em que completaria seis meses de prisão efetiva aplicada em outro processo, por desrespeito ao tribunal, “aquando da audição do pai numa das sessões”.

Mas inesperadamente, Nito Alves, foi liberto ao princípio da tarde desta terça-feira (06.07.).

Oiça aqui a entrevista exclusiva que o ativista Nito Alves concedeu à DW África após a sua saída da prisão.

Ouvir o áudio 02:17

Ativista angolano Nito Alves em liberdade

Recorde-se que a maior parte dos 17 jovens ativistas foram detidos a 20 de junho de 2015 numa operação da polícia em Luanda e acabaram condenados a penas de prisão efetiva por atos preparatórios para uma rebelião e associação de malfeitores.

Começaram de imediato a cumprir pena, apesar dos recursos interpostos no mesmo dia pela defesa.

O 'rapper' luso-angolano Luaty Beirão foi condenado neste processo a uma pena total de cinco anos e meio de cadeia, enquanto o professor universitário Domingos da Cruz, autor do livro que o grupo utilizava nas suas reuniões semanais para discutir política, viu o tribunal aplicar-lhe uma condenação de oito anos e meio, por também ser o suposto líder "da associação de malfeitores".

Em março, na última sessão do julgamento, o Ministério Público deixou cair a acusação de atos preparatórios para um atentado ao Presidente e outros governantes, apresentando uma nova, de associação de malfeitores, sobre a qual os ativistas não chegaram a apresentar defesa, um dos argumentos dos recursos.

Os ativistas garantiram em tribunal que defendiam ações pacíficas e que faziam uso dos direitos constitucionais de reunião e de associação.

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