VANDALISMO E VIOLÊNCIA EM LONDRES E ARREDORES | Escreva sua opinião, comentários, críticas ou sugestões | DW | 13.08.2011
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Sua Opinião

VANDALISMO E VIOLÊNCIA EM LONDRES E ARREDORES

Nossos usuários comentaram esta semana a violência em Londres, os muçulmanos na Europa, a crise econômica nos EUA, as canções de protesto e o 11 de Setembro e suas consequências.

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Discordo dos que falam em comportamento criminoso, vandalismo ou qualquer explicação simplista. A Europa (UE) está "sentada num barril de pólvora"! De Thatcher aos dias atuais: "estado mínimo", cortes nos gastos públicos, reestruturação industrial, produzição na China, demissões, terceirização, abuso do trabalho de imigrantes legais/ilegais etc., criaram o sentimento de desilusão, perda de perspectiva, xenofobia, recrudescimento da pobreza e a sensação de que o sonho de "primeiro mundo" acabou!

Uma geração que não vê saída, que não reproduzirá a mesma história dos pais/avós, que perdeu qualidade de vida, enfim, vê-se como fracassada e perdedora, sem chance de participar e disputar o jogo da vida real, o "american dream". O estilo de vida do europeu aproxima-se cada vez mais dos povos "subdesenvolvidos". O Brasil, país de grande concentração de riquezas, empobrecimento da classe média, expansão da classe C (renda familiar máxima de U$ 2.000), que brinca de democracia representativa e abusa da corrupção, que convive "pacificamente" (leia-se violência incontrolável oficial e de bandidos), com a ostentação do luxo ao lado das favelas (grandes bolsões de miséria) virou exemplo a ser seguido por "gregos e troianos".

A farra da acumulação capitalista flexível gerou a pólvora que começou a ser queimada muitos anos atrás, por exemplo, em Paris 2005. O que desnorteia as autoridades é a "organização" do fenômeno, que usa as redes sociais como twitter, facebook, e-mail, celulares (torpedos). A onda se espraia em tempo real, não dando chances de previsão e preparação das forças oficiais para contê-las! […]
Marina da Silva

Não sabia que havia europeus excluídos! Achava que violência e exclusão social e saque e incêndios violentos, como se viu em Londres, eram coisa de Rio de Janeiro. Agora, triste, vejo que não. Acho que as Olimpíadas estão ameaçadas. Estou com medo de ir a Londres assistir aos jogos.
Sergio Marx

Será que não tem mais neste mundo moderno uma cidade onde se possa viver tranquilo? O vandalismo em Londres, a insatisfação da juventude, a brutalidade da polícia mostram que a sociedade está mesmo enferma. "Há algo de podre", e não somente no reino da Dinamarca…
Cristina Silva

TUNÍSIA: O MEDO DOS HOMENS DE BARBA

Não consigo entender como as pessoas hostilizam essa religião. Por milênios ela foi a base de diversas culturas e originou os sistemas jurídicos que temos hoje. Um estado islâmico não significa um estado injusto. Posso dizer isso de qualquer religião.

Se Israel seguir de fato a Torah, os Estado Unidos, a Bíblia (em especial o Evangelho), e os países "muçulmanos", o Alcorão, em seus ensinamentos puros contidos nos livros nos quais o amor, a abnegação, a caridade e o perdão são pregados o mundo seria de fato um paraíso na terra.
Luiz Otávio Castanheira

REBAIXAMENTO DA NOTA DOS EUA

O presidente Obama precisa ser um pouco mais humilde, aceitando o fato de que os EUA não estão isolados do mundo e que o rebaixamento serve para que os economistas e políticos americanos analisem onde podem melhorar seu desempenho que vem, nos últimos anos, provocando solavancos na economia mundial.
Tonzeh

Os EUA estão sofrendo com os gastos fiscais fora de controle: ainda mais depois da quase quebradeira geral do seu sistema financeiro, que engoliu bilhões de dólares. No entanto, a guerra política interna é uma completa falta de inteligência e de responsabilidade, já que a questão da recuperação da economia dos EUA é crucial para o mundo todo. Se os republicanos estão querendo minar Obama, o tiro pode sair pela culatra e atingir os próprios opositores de Obama, já que os EUA sairão um pouco feridos em sua imagem se não aprovarem medidas de contenção de gastos e aumento de receitas.

O teto da dívida, que está trazendo essa guerra política toda, ainda é uma bolha de sabão nesse mar de dúvidas que é a economia norte-americana: pois ainda que se aumente o teto, a dívida soberana dos EUA continuará nas alturas e pergunto se daqui há alguns meses, ou anos, essa mesma discussão se repetirá, pois os EUA ainda continuarão devendo. Portanto, mexeram somente na cereja do bolo, o aumento do teto, mas o bolo mesmo continua crescendo e sem controle fiscal ou crescimento econômico que dê conta.
Sergio Dourado

Usar dinheiro emitido sem lastro para fazer guerras é a maior irresponsabilidade que uma nação pode praticar.
Pizanetto

CANÇÕES DE PROTESTO

Pelo fator idade, já experimentei como é bom cantar nossa opinião política, mesmo quando os autores são censurados pelo poder. Os jovens de hoje passaram por um período de desinteresse, em minha opinião. Mas como a música é reflexo da sociedade viva, acredito que as canções de protesto vão cada vez mais ser a voz da reivindicação dos ideais dos jovens comprometidos.
Vanda S. C. Pereira

FOME NA ÁFRICA

À África não basta só ajuda tecnológica, é preciso uma intervenção da ONU para que se possam aplicar outros recursos. É importante que a comunidade possa contribuir, ela deve fazer pressão para um avanço de tomadas de decisões diretas com o governo local.
Rinaura Apolinario da Silva

Não é a primeira vez que acompanho reportagens e matérias como essa sobre a fome na Somália. Isso nos dá muita tristeza ao ver nossos irmãos somalis passando por essa necessidade. Fico muito triste, também, ao ver tanto desperdício de alimentos por aí, principalmente aqui no Brasil.

Gente jogando comida fora, enquanto outros estão passando fome. Até quando teremos que conviver com fatos como esses? É preciso que os mais ricos dividam o muito que têm com os mais pobres que nada têm. E aqueles que jogam comida fora, em vez disso, repartir com os que não têm. Termino aqui deixando uma pergunta: Quando é que isso vai acontecer de verdade?
Mauricio Joffre da Silva

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